O Carnaval deste ano promete fortes emoções. Colocando em destaque uma entidade cultural registrada no ofício como: A Sociedade Beneficente Cultural Filantrópica Protegidos da Princesa (Isabel), conhecida popularmente como Protegidos da Princesa.
A Protegida da Princesa é uma tradicional escola de samba brasileira. Ela não está só, existem outras semelhantes, pois a pesquisa encontrou também uma agremiação com nome semelhante em Florianópolis. Contudo, a escola de destaque em desfiles recentes é a de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, que participa do Carnaval de Porto Alegre.
A fundação da entidade ocorreu em 24 de novembro de 1969 na cidade de Novo Hamburgo. Elegeu as cores: Verde, vermelho e branco. A sua localização, segundo os registros do ofício, é Bairro Rondônia, Novo Hamburgo (Complexo Cultural Protegidos).
A edição do Carnaval 2026 traz novidades. A escola anunciou o samba-enredo "A Alquimia da Existência – Protegidos pela Magia dos Quatro Elementos" que deverá colorir ainda mais os desfiles de 2026 no complexo do Porto Seco. Porto Alegre já conhece a protegida da princesa e sabe que a agremiação é conhecida por trazer temas enredos que exploram mitologia, natureza e cultura, sendo uma força na região do Vale dos Sinos.
A escola tem como símbolo uma coroa que representa a realeza. Enfim, a entidade declara que busca destacar a resistência pela cultura e pela arte, e os seus desfiles sempre encantam a platéia e os espectadores que participam do evento na capital dos gaúchos.
Vejam
Em Florianópolis (SC), há entidade homônima, donde extraímos os dados abaixo expostos:
G.C.E.R.E.S Os Protegidos da Princesa - CARNAVAL 2026
Enredo: 14 de Maio O Dia Que Ainda Não Acabou
Carnavalesco: Paulinho Trindade
Intérprete: Lú Astral
✍️ Compositores: JADSON FRAGA, RAFAEL TUBINO, DIEGO BODÃO, JUNINHO ZUAÇÃO, JACSON DO CAVACO, ANDREI ALEMÃO E DEZINHO DO CAVACO
Letra do Samba 👇
O PASSADO NÃO SE APAGARÁ
COM A TINTA USADA NESSAS SUAS LEIS NÃO ME VENHA COM PROMESSAS VÃS MEU SANGUE É NOBRE, TEM FORÇA DE REIS A ALMA NÃO SERÁ ESCRAVIZADA E A LIBERDADE SEGUIRÁ MEU PENSAMENTO CLAMA POR JUSTIÇA E IGUALDADE
RESISTE A TANTO SOFRIMENTO
EM TODO MAIO, NÃO HÁ COMEMORAÇÃO TUA VERGONHA NÃO ACABOU COM A OPRESSÃO
CICATRIZES EU CARREGO AS CORRENTES, EU QUEBREI MINHAS MÃOS FAZEM A PRECE...
SÓ EU SEI O QUE PASSEI...
PROMETERAM O FIM DE TODA A AGONIA, LIVRES DE QUE? JURO, EU NÃO SABIA!
MAS O MEU CAMINHO, FUI TRAÇANDO EM BUSCA DE UM NOVO AMANHÃ
NA MÃE BAIANA
FÉ NOS OXIRÁS
ÈPA BÀBÁ! SALUBÁ NANÃ!
FAÇO ARTE, GUARDO VIVA A MEMÓRIA MEU BATUQUE É HISTÓRIA MINHA GLÓRIA É O DIA-A-DIA CABEÇA ERGUIDA, ENTRE BECOS E VIELAS SIGO EM FRENTE, A CORAGEM É MINHA ARMA SOU RESISTÊNCIA QUE NÃO CANSA DE LUTAR...
TEM QUE RESPEITAR!
VAI RENASCER A ESPERANÇA DO QUILOMBO MOCOTÓ, MINHA HERANÇA ESSA LUTA É DE TODOS NÓS!
A grande repercussão social do “Caso Orelha” nos impele para um esforço de estudo e análise em Max Weber.
A grande questão em Weber, segundo a nossa perspectiva analítica é a relação entre burocracia e democracia. Weber não era otimista, quanto ao futuro. Ele dizia que a sociedade capitalista estaria aprisionada em uma "jaula de ferro" (ou "clausura de aço"). Ou seja, a busca incessante pelo lucro e pela eficiência técnica leva a uma sociedade onde a alma é substituída pela especialização burocrática, resultando em "especialistas sem espírito".
Devemos destacar ainda que Weber mencionou a possibilidade de uma "luta convulsa de todos contra todos" ao final dessa evolução, onde a violência se torna uma forma de preencher o vazio deixado pela falta de sentido. Veja que interessante. Parece que este caminho de análise auxilia os que buscam entender o que ocorreu com Orelha.
A grosso modo, podemos referir que a racionalização cria um mundo onde o homem comum usa tecnologia que não entende e vive no "provisório", gerando uma constante agitação que pode se manifestar em desumanidade e crueldade gratuita.
Weber sugeriria que, sem um renascimento de ideais ou "novos profetas", a sociedade caminha para um estado de petrificação moral, onde atos de barbárie são enfrentados apenas com mais burocracia legal, sem que se recupere a empatia ou o respeito pelo valor intrínseco da vida. Satisfação pela sua presença conosco neste espaço.
Acompanhe o nosso blog. Aguarde pelas novas publicações e veja a riqueza do conhecimento científico em Max Weber.
Esse calor está insuportável. Difícil de criar novidades para o público leitor. Contudo, temos a felicidade de já ter produzido um "bocado" de "Livro e Literatura" em Porto Isabel.
A fim de vencer a tortura deste verão escaldante, vamos de mais letras (a imagem acima é meramente ilustrativa_cachoeirinha do Morro Santa).
Acabei de criar uma página específica aqui no blog jacquesja. Ela vai dedicada para um livro inteiro que foi criado no modo físico e, posteriormente, digitalizado. Vamos deixar o link aqui para você acompanhar o trabalho que foi criado no início deste século.
https://jacquesja.blogspot.com/p/blog-page.html
Acompanhe abaixo um vislumbre rápido sobre a obra (vai que pode auxiliar algum candidato no próximo pleito eleitoral).
1. História do Brasil; 2. História do Rio Grande do Sul; 3. Historia de Viamão; 4. Antropologia Social
Todos os Direitos desta edição estão reservados ao autor e entidades associadas.
Publicação da ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA CULTURA DE VIAMÃO (AAPC) e
CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS E ANTROPOLÓGICOS JERÔNIMO DE ORNELAS (CESAJO)
Av. Liberdade – Santa Isabel - Viamão – RS
Apresentação
Viamão (a presente obra) é um arranjo de diversos textos produzidos em diferentes momentos da minha vida, no transcurso dos últimos anos vividos aqui na velha capital dos gaúchos. Dentre estes textos alguns foram apresentados em jornais locais na forma de artigo, outros não saíram do âmbito do gabinete de trabalho e o último foi apresentado na academia, onde obtive o título de especialista em Antropologia Social.
Viamão (a cidade) está como pano de fundo para quase toda a minha obra, portanto esta publicação leva o nome da Cidade. Local vivido, estudado e pensado nas três últimas décadas por este que apresenta a sua própria obra.
Relendo os textos produzidos, percebi que são bastante atuais e necessitavam de uma “nova chance” de figurar entre nós, agora para um cenário mais amplo. Percebo, também que denotam nitidamente um momento muito específico da minha trajetória de produção intelectual, portanto, muito em breve, deve surgir outras construções bem diferenciadas.
Nesta publicação o leitor encontrará inicialmente o desenvolvimento de alguns temas originários da área de Antropologia. Em seguida, apresento aspectos da história e da cultura viamonenses, com espaço para algumas das atividades realizadas pelas entidades em que atuamos. Decidi inserir uma monografia que traz um estudo comparativo entre duas importantes localidades (ou centros urbanos) importantes da Cidade de Viamão. E, no final, como que para relaxar, deixo falar a imaginação proética (prosa + poética), apresentando algumas construções do gênero.
Passaremos a publicar segmentos da etnografia que realizamos com os povos originários no Estado do Rio Grande do Sul.
O texto é extenso, razão pela qual vai ser apresentado em "trechos" e devem acompanhar, sempre que possível, as imagens, iconografias e outros elementos não textuais.
Trata-se de trabalho acadêmico apresentado na Universidade (Com U maiúsculo).
Estão vedadas, conforme legislação vigente, o emprego comercial do conteúdo aqui publicado.
A reprodução para fins didáticos e/ou educacionais serão autorizados, mediante a solicitação prévia onde deve constar a autoria do trabalho.
Boa Leitura!
A imagem acima é meramente ilustrativa e vai sendo publicada com o intuito de divulgar o nosso trabalho na plataforma de conteúdos videográficos (You Tube).
Fique agora com um extrato do novo livro sobre a Santa Isabel:
A Isabel
Ronda Um (Tributo)
Primavera 2022
Jacques Jacomini
Ficha Catalográfica elaborada por CESAJO:
Título Original da Obra:
A Isabel - Ronda Um (Tributo)
Autor: Jacques Jacomini
Co-autor: Berenice Jacomini
Viamão, 11 de novembro de 2021.
Imagens de Jacques Jacomini.
Todos os direitos autorais da obra estão reservados aos autores.
Proibida a reprodução do original por qualquer meio reprográfico sem a prévia autorização dos detentores de direito autoral. Reservados os direitos dos textos, imagens, expressões idiomática autorais e demais peças criativas da presente obra literária, conforme legislação vigente.
Prefácio
A obra que vai ser exposta nesta tela surge da necessidade existencial (nossa) de manter o diálogo convosco. Diálogo este iniciado no século passado, quando da publicação do compêndio denominado: "Os Primórdios da História da Santa Isabel" (AAPC - CESAJO).
Aquelas "notícias" levadas ao conhecimento do isabelense atento, ainda hoje segue sendo e fluindo como esforço uno e irretratável de algo/alguém igualmente especial, onde é possível perceber que sujeito e objeto apresentam-se amalgamados (a revelia dos ensinamentos kantianos clássicos).
A crença (e consciência) de que somos cidadãos de uma cidade sem autonomia político-administrativa vai ficando cada vez mais forte e regular, pois se acumulam os elementos de prova (materiais e imateriais) colhidos ao londo do processo de estudo, pesquisa e análise do "objeto".
A Cidade de Santa Isabel é uma realidade tangível e palpável. Vejam, por exemplo, a presença do Arizinho (Ari Rodrigues) na RBS TV, programa "Jornal do Almoço". Isabelense nato com grande talento para as artes que cunhou aquele refrão muito conhecido entre os nossos iguais: "Hey de ver a Lua brilhar, iluminar o nosso pavilhão, de mãos dadas vamos cantar, sou da Vila faz tempo e ninguém vai nos separar".
A presença deste artista no principal meio de comunicação social do Estado do Rio Grande do Sul (onde já esteve em outras oportunidades), de grande visibilidade e prestígio na imprensa regional e nacional, posteriormente retransmitida por diversos meios de comunicação digitais independentes (rede social, you tube, etc), demonstra o que temos afirmado desde o século passado: A Isabel possui vida própria, possui história singular, dinâmica citadina e urbanidade digna de nota. A Isabel está presente aqui e acolá, demonstrando a sua pujança e riqueza, seja ela na área da cultural, da economia. Enfim, vivemos na Cidade de Santa Isabel. Isto é um fato inegável.
A presente obra vai escrita para quem compartilha conosco desta realidade, mas também para aqueles que ainda não despertaram para a nossa tese de observador atento que vive e estuda a região. A Cidade vai sendo delineada ali nos canteiros centrais da Avenida Liberdade, no troco de papel moeda surrado na mão do quitandeiro da esquina da Liberdade com a Barão do Belém, no passar do transeunte não nominado que cruza a Rua Nova com a Rua Triângulo. No fluxo intenso de veículos automotores na Lisboa, Walter Jobim e Medianeira. As feições, as cores, os odores deste locus mais do que especial são a nossa tinta na pintura a ser apresentada no miolo deste trabalho. Acompanhe e boa leitura!
ISABEL
A Isabel, assim como a nossa própria vida, é redonda!
O que nos traz até aqui é tão somente a necessidade de registrar o tempo e o espaço vivido, quando da experiência de ter a oportunidade de participar e contribuir com o processo de construção da nossa cidade.
A nossa cidade é o melhor lugar do mundo para ser e para estar no presente momento. Afirmativa que vai desprovida de qualquer sentimento de desdém ou desprezo para com as demais cidades entre aquelas que vivemos ou poderíamos ter vivido por um período ou parcela de tempo.
A "Ronda Um" nada mais é do que um movimento racional sobre sentimentos, sensações e percepções acerca do Ser e do Estar em Isabel. Do (e da ) percepção pessoal de um arranjo rítmico (ritmo, ritmanálise, Bachelard) que se altera e se apresenta por hora rumo a um processo de extinção.