segunda-feira, 13 de abril de 2026

Livro sem final




 



Veja

mais uma página do livro:


O Exército de um homem só


O livro que inspirou a música é o romance O Exército de um Homem Só, publicado em 1973 pelo escritor gaúcho Moacyr Scliar. A obra é considerada um dos marcos da literatura brasileira da década de 70 e serviu de base conceitual para a composição de Humberto Gessinger. 

Segundo a pesquisa que realizamos, trata-se de uma trama onde o objeto é história da vida de Mayer Guinzburg, um imigrante judeu russo que vive no bairro Bom Fim, em Porto Alegre. Mayer assume o pseudônimo de capitão Birobidjan e se torna um "pregador de utopias", tentando fundar em terras brasileiras a "Nova Birobidjan", uma sociedade socialista ideal.

Diante do contexto referido, o protagonista é frequentemente comparado a um Dom Quixote moderno por lutar sozinho por seus ideais em um mundo que o ignora ou o considera louco. O livro reflete os conflitos entre os sonhos revolucionários e a realidade opressora, tendo sido lançado durante o período mais rígido da ditadura militar no Brasil.

A música dos Engenheiros do Hawaii captura o sentimento de resistência individual e o isolamento do protagonista. Enquanto o livro detalha a saga política e pessoal de Mayer, a letra da canção utiliza a figura do "exército de um homem só" como uma metáfora para quem mantém suas convicções e integridade, mesmo quando não tem ninguém ao seu lado. O livro está disponível em diversas edições, sendo a da L&PM Editores uma das mais conhecidas.

Segue a letra da canção em tela:

Não importa se só tocam

O primeiro acorde da canção

A gente escreve o resto em linhas tortas

Nas portas da percepção

Em paredes de banheiro

Nas folhas que o outono leva ao chão

Em livros de histórias seremos a memória dos dias que virão

Se é que eles virão

Não importa se só tocam

O primeiro verso da canção

A gente escreve o resto sem muita pressa

Com muita precisão

Nos interessa o que não foi impresso

E continua sendo escrito à mão

Escrito à luz de velas quase na escuridão

Longe da multidão

Somos um exército, o exército de um homem só

No difícil exercício de viver em paz

Somos um exército, o exército de um homem só

Sem bandeira

Sem fronteiras

Pra defender

Pra defender

Não importa se só tocam

O primeiro acorde da canção

A gente escreve o resto e o resto é resto

É falsificação

Sangue falso, bangue-bangue italiano

Suingue falso, turista americano

Livres desta história, a nossa trajetória não precisa explicação

E não tem explicação

Somos um exército, o exército de um homem só

No difícil exercício de viver em paz

Somos um exército, o exército de um homem só

Sem bandeira

Sem fronteiras

Pra defender

Pra defender

Não interessa o que o bom senso diz

Não interessa o que diz o rei

Se o jogo não há juiz

Não há jogada fora da lei

Não interessa o que diz o ditado

Não interessa o que o Estado diz

Nós falamos outra língua

Moramos em outro país

Somos um exército, o exército de um homem só

No difícil exercício de viver em paz

Nesse exército, o exército de um homem só

Todos sabem

Que tanto faz

Ser culpado

Ou ser capaz

Tanto faz


Composição: 

Humberto Gessinger e Augusto Licks.


Nota técnica:

01

O texto acima requer revisão editorial; Página extraída do nosso novo livro;

02

Trata-se, até o presente momento, de um "livro sem final". Explico: existe apenas no ambiente virtual e está sendo compartilhado com especialistas em tempo real, a fim de preservar a autenticidade da obra e salva guardar o autor de qualquer tipo de delito;

03

Estamos elaborando contrato, a fim de comercializar cotas de participação de terceiros interessados na obra. O objetivo é angariar fundos financeiros que serão destinados para a edição e impressão da versão base física papel.


 



O Velho Weber face ao novo Weber

 




Weber - uma biografia



A leitura preliminar da obra supra referida foi concluída com sucesso. Desde já, destacamos a possibilidade de trabalhar com uma hipótese: Weber era um homem especial. Certamente não é o caso de “laudar” o professor Weber que segue sendo referência para muitos acadêmicos ao redor de todo o globo terrestre.

O nosso objetivo neste breve artigo é expor elementos de prova, a fim de testar a nossa tese. Ninguém melhor que a própria autora do livro Weber - uma biografia para trazer alguns destes elementos, segundo a literatura biográfica referida. Vamos iniciar com uma linha cronológica que é proposta por Marianne.

 De   acordo   com   Marianne   Weber   (2003),   até  os  doze  anos  Weber  já  havia  lido  Spinoza,  Schopenhauer, Kant, Maquiavel e estudado latim. Aos  quatorze,  produziu  um  mapa  histórico  da  Alemanha  de  1360,  um  ensaio  histórico  sobre  a  relação entre a história da Alemanha e a posição dos   imperadores   e   do   Papa   e   outro   ensaio   histórico sobre o período imperial romano desde Constantino  até  a  Migração  das  Nações.  Aos  quinze,  escreveu  o  texto  Observações  acerca  do  caráter étnico, o desenvolvimento e a história nas nações indo-europeias, de 1877. Aos dezesseis, leu os  quarenta  volumes  da  edição  Cotta  das  obras  de Goethe e estudou hebreu. 

Em 1882, aos dezoito anos, Weber ingressou na   Universidade   de   Heidelberg   para   estudar   a  jurisprudência  como  matéria  principal  e  a  história,   economia   e   filosofia   como   matérias   complementares.  E  nas  noites  vagas  se  reunia  com  seu  primo  e  professor,  Otto  Baumgarten,  para estudar as religiões, teologia e filosofia. 

Em 1883,  Weber  mudou-se  para  Estrasburgo  para  servir ao exército durante um ano. Desde jovem sua intenção era ajudar o país de alguma forma. Contudo,  esse  foi  um  período  dificílimo  pois  Weber não conseguia dedicar-se aos estudos com a  intensidade  que  desejava.  Por  isso,  logo  que  o  árduo  ano  do  serviço  militar  acabou,  Weber  voltou   à   rotina   universitária.   Mas,   a   pedido   dos  pais,  em  1884,  a  fim  de  diminuir  custos,  o  estudioso  transferiu  o  curso  de  Heidelberg  para  Berlim.  Com  isso,  pôde  se  aproximar  de  sua  família, e, em especial, de seus irmãos mais novos.

Vejam que são apenas alguns elementos importantes que estamos utilizando, a fim de testar a nossa tese. Contudo, ainda é cedo para estabelecer uma sentença final. Antes disso, partimos desde agora para uma re-leitura da biografia, buscando outros elementos e possíveis conexões entre o que já descobrimos com novas informações literárias basilares.

Trata-se de um trabalho delicado e meticuloso onde não pode haver prazos exíguos para o seu desenvolvimento. Preferimos avançar em ritmo adequado e, somente após dedicada análise, trazer notícias estruturadas e preparadas para voce que acompanha o nosso trabalho.



Nota Explicativa:


Esta é mais uma página do livro: O Velho Weber face ao novo Weber. O Nosso propósito é trabalhar com duas edições: uma edição em base física papel e uma versão eletrônica (Digital). 


A fim de viabilizarmos financeiramente o projeto, necessitamos da participação do nossos leitores. A nossa proposta é comercializar cotas de participação nos direitos autorais da obra. 


Estamos elaborando um contrato de aquisição, segundo os dispositivos legais pertinentes. Em breve novidades a este respeito.



Duas Luas

 





 - Duas Luas -





domingo, 12 de abril de 2026

Lukács

 



"Von der Armut im Geiste"

Georg von Lucáks (1885-1971)


Ver pág 541 (Weber - uma biografia)


Uma história curta escrita por Lukacs em 1912,


Peter Handke




 



Peter Handke

6/12/1942

Áustria

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Nobel de Literatura 2019


Ver link

https://juanayza.wordpress.com/2013/06/07/my-favourite-der-himmel-uber-berlin/#:~:text=Poem%20by%20Peter%20Haendke.,einer%20Welt%20vor%20der%20Welt?


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muito interessante

sobre o autor

https://centroaustriaco.com/peter-handke-1942/