sexta-feira, 10 de abril de 2026

Sociologia Organizacional (Federal de Santa Catarina)

 




Veja

Material de interesse

para o curso de graduação

em Administração.

Segue o link


http://arquivos.eadadm.ufsc.br/somente-leitura/EaDADM/UAB_2017_1/Modulo_1/Sociologia/material_didatico/Livro%20de%20Sociologia.pdf


A Escalada das Escolas (Filosofia da Educação)

 





"A Escalada das escolas é tão destrutiva  quanto a escalada armamentista".

(ILLICH, 1970)

Extrato da obra

Título:

Sociedade sem Escolas

Autor: 

Ivan Ilich



quinta-feira, 9 de abril de 2026

A Contra Face


 




A Contra Face


Face.

No face.


Olhava e não enxergava.

A (o) contra face.


Foi necessário tempo.

Diversas partidas e chegadas.


Enfim, que se apresenta.

O Trem da Morte.


A contra face

embarcada no trem da morte.


Mirar a face é perder(-se).

Avaliar a extremidade dos membros inferiores (...)


O trem da morte:

Soturno, estranho e fétido.


piui, piui, ...





Antropologia na Madrugada (Mestre Borel)

 





Antropologia na Madrugada 

(Mestre Borel - a ancestralidade negra em Porto Alegre)


“Não é possível uma educação universal através da escola”. (ILLICH, 1970)

Ivan ILLICH. Sociedade sem Escolas.


        A Antropologia na madrugada convida você para ler um bom livro. Você já leu “Sociedade sem Escolas” de Ivan Illich? O que seria de nós sem a filosofia? 

        A potência do antídoto não pode ser desproporcional na relação com o veneno. Escolarização e educação. O autor propõe uma reflexão muito interessante para todos os escolarizados e para os educados. Quando o sistema é maior do que a substância, nas palavras do próprio Illich.

        Ele fala de um processo de degradação global e miséria modernizada (através da escola). Tematiza sobre a natureza humana, espécie de antropologia. Eu li a obra há algum tempo atrás e anotei (destaque) frases como: a desvantagem educacional não pode ser sanada confiando na educação ministrada nas escolas. 

        Veja, presta atenção. Estou aqui apenas pra dizer que:

        01

        A Educação não vai bem no Brasil;

        02

      Servir “Paca” para o presidente. Essa é a maior demonstração do fracasso da educação universitária brasileira;

        03

        A obra de Illich está disponível para acesso gratuíto em docs.google.com/document


        Você decide. Ler ou não ler. Viver ou não viver a educação. Abolir ou não abolir a escolarização. Ah! E por falar em cinema. Avisa a reitoria que já existe (ou existiu) um curso de cinema na Universidade. Durante as aulas do “Curso de Cinema” fui introduzido na obra de Wim Wenders. Ah! Como era bom estudar cinema na Universidade. Você sabe quantas vezes eu já assisti o filme “Sobre o Céu de Berlim” ? (Asas do Desejo, 1987).

        Mais um pouco.  Não sai dai, vou falar rapidamente das minhas cenas prediletas:

        01

        Biblioteca. O espectro do lápis. A assistência invisível dos “anjos” face aos frequentadores do lugar.

        02

        No interior do Trailer. A Atriz (trapezista) sentada na cama ouve música. Ao despir-se, tem a sensação de um leve toque no seu ombro. O “anjo” explora o lugar. Encontra a intimidade da artista. Toca em indivíduo mineral e apanha o seu espectro. Pura poesia cinematográfica. 

        03

         Terra batida. Círculo no chão, após a partida do circo. A atriz (trapezista) sentada sobre a mala, desolada, olha o cenário daquilo que foi (outrora) luz, arte e encanto. Uma dor suave exposta de maneira cortante.


        E por falar em saudade, a “Academia de Cinema de Porto Alegre” produziu uma obra rara. Segundo a nossa avaliação, a maior e melhor página do Cinema portoalegrense. Claro que não podemos esquecer da Casa de Cinema de Porto Alegre (Furtado) e o seu magnífico: “O Dia em que Dorival encarou a guarda”(1986). Eu tinha x anos quando assisti pela primeira vez: “Ilha das Flores” (1989). Mas o meu predileto, também assistido milhões de vezes, não poderia ser outro, senão  “Foi onde deu para chegar de bicicleta” (2005).

        Voltando para a “Academia de Cinema de Porto Alegre”, devo lembrar que Walter Calixto Ferreira, o Mestre Borel (1942–2011), foi o mais antigo alabê (tocador de atabaque) do Rio Grande do Sul e um ícone da cultura negra em Porto Alegre. O documentário "Mestre Borel: a ancestralidade negra em Porto Alegre" (2010), registra muito mais que suas memórias sobre a matriz africana, samba e boemia na capital gaúcha. A antropologia na madrugada diz que nós tínhamos tudo. Mas sempre é  um movimento incessante. Passou "o trem da morte" (Soturno, estranho e fétido). Zéfhyro. Do ar, fez-se vento (ventania) e perdi tudo. (Eterno Retorno? Eu não chamei e ele presente: Nietzsche).

Segue abaixo

Link para o livro


https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/wp-content/uploads/2013/11/ivan_illich_-_sociedade_sem_escolas.pdf

quarta-feira, 8 de abril de 2026

O Declínio da Idade Média


 



O Outono da Idade Média

Prezados Amigos

    A obra em tela já havia sido referida neste blog em 2015. Voltamos ao termo, a fim de comunicar a todos que decidi abri uma "Vaquinha On Line". O Objetivo é a aquisição do livro "O Outono da Idade Média" do autor Huizinga. Qualquer valor é bem vindo. Agradeço antecipadamente. Segue a descrição da obra.

    Grande clássico da historiografia ocidental, publicado em 1919, este livro é a obra-prima de Johan Huizinga (1872-1945), tendo sido lançado em mais de vinte línguas. Pela primeira vez traduzido para o português a partir do original holandês, esta edição é resultado de pesquisas que reestabeleceram o texto original, em 1997.

    Raras vezes um período histórico foi apresentado de maneira tão viva e colorida. Aqui, a Idade Média é vista na plenitude de seus contrastes, distante do lugar-comum segundo o qual ela não passaria de uma transição, longa e letárgica, entre o brilho da Antiguidade e do Renascimento.

    O autor mostra as formas de vida e de pensamento medievais, tal como se expressaram na cultura, na arte, na religião e no pensamento, e também nos modos de expressão da felicidade, do sofrimento, do amor e do medo da morte no dia a dia das pessoas. Huizinga utilizou métodos e fontes históricas pouco usuais em sua época. Combinando a crença no poder revelador da obra de arte e um olhar muito semelhante ao de um antropólogo, ele se tornou um pioneiro do que mais tarde se denominou história das mentalidades.

    Com 320 ilustrações, o volume inclui ainda uma entrevista com Jacques Le Goff (publicada na edição francesa de 1975) e um ensaio biográfico de Peter Burke.