domingo, 4 de outubro de 2026

cartas_para_o_meu_amor


 



Epígrafe (extraído de um trabalho acadêmico de outrora)


“Quem disser que preto é feio,

Preto é bonita cor,

É com preto que eu escrevo as cartas para o meu amor

(Refrão).


A diferença está na pele

Põe o branco e o preto nu,

Todo o sangue é vermelho,

Eu nunca vi sangue azul.

Queremos a igualdade,

Todos nós somos irmãos,

Merecemos o mesmo trato,

Porque somos todos cidadãos.


“Quem disser que preto é feio,

Preto é bonita cor,

É com preto que eu escrevo as cartas para o meu amor

(Refrão).


Quero convidar a sociedade

Para nos visitar lá em peixinho

Que serão recebidos com carinho

Eu posso provar

Antes foi um matadouro

Mas agora é nascedouro

Merece todo o valor e devemos destacar

Eu nunca fui matador

Sempre fui bom cantador

Tem repente, tem valor,

Tem um jeito de cantar e se você me deixar

Eu vou provar o meu talento,

Porque chegou o momento

Do Galo Preto voltar.


“Quem disser que preto é feio,

Preto é bonita cor,

É com preto que eu escrevo as cartas para o meu amor

(Refrão).



Fonte da transcrição da canção:

Extrato do Coco chamado “Quem disser que preto é feio”

Mestre Galo Preto em apresentação no Programa “Sopa Diário”,

Apresentado na TV Universitária Floripa.

https://www.youtube.com/watch?t=95&v=9M8ylq6nS1Q


atlas_ambiental_1998

 







Registro Fotográfico de Berenice Jacomini.
Na imagem professor Jacomini com o Atlas Ambiental da Cidade de Porto Alegre.
Contexto: pesquisa antropológica (etno/arqueológica) sobre/sob "A Indianidade Portoalegrense".
Orientação técnica: Professor Dr. José Otávio Catafesto de Souza (IFCH/UFRGS).

ritmo_ritmo_de_festa






 Cruzes (e credos)


Cruz

Credo

Sino.


De Direito

Laico

Cívico/Canônico.


Abaixo/acima

Dentro/Fora

Sino (Badalo)


Água

Fogo

Sino.


Ritmo

Ritmo de Festa

Estado de Direito/Canônico.


Cruz

Credo

Sino/Vitória.





sábado, 3 de outubro de 2026

a_historia_do_brasil




 



A História do Brasil está virando a página.


        Eu não sou bacharel em história. Apenas licenciado em ciências sociais e bacharelado em Direito (e também bacharel em Ciências Sociais). Contudo, decidi dialogar com a história desde tempos idos.

        O momento presente é decisivo para a construção da nova página histórica brasileira. Não trata-se apenas de um processo eleitoral, mas de um engenho tão significativo que transborda as fronteiras do Estado Nacional (brasileiro).

        A Comunidade Internacional está extremamente atenta ao que ocorre aqui. Já estão em solo brasileiro diversos observadores internacionais (além dos arapongas de plantão). Ocidente e Oriente, vermelhos e azuis, direita e esquerda, capitalistas e não capitalistas presentes fisicamente e virtualmente no processo eleitoral brasileiro.

        A decisão de cada eleitor é similar a um tijolo neste novo empreendimento transnacional. Estão todos de olho na urna, portanto você não pode "pestanejar". Necessário coragem e responsabilidade para tomar a decisão pelo caminho a percorrer. Eu não vou seguir falando sobre a matéria, pois não sou cientista político, apenas especialista em "Antropologia Social" e acabei de ouvir uma palestra do cientista, professor Roberto da Matta, que declara ser necessário ler Machado de Assis, a fim de entender a "Cultura Brasileira".

        Chegamos no ponto: Livro e Literatura. Não há solução sem "tesão" pela arte. Concluo esta breve reflexão com um convite especial: Não faça o que você não deseja fazer, apenas cante conosco uma bela canção. Se você permitir, acrescento mais uma, pois pois um é pouco (?), dois é bom (?) e três é demais (?).

        Em primeiro lugar, vai aquela canção que a "Ciência Política" não me autorizou "Cantar na Academia". Fazer o que? Havia a necessidade de dançar a música do sistema, a fim de "Colar Grau", mas eu ainda não esqueci do "Baile": Alvorada Voraz, Paulo Ricardo (et al). 

        Em segundo lugar, vai aquela canção que é mais meiga, mas não menos importante. Enfim, já não mais podemos cantar como cantávamos outrora. A idade, a energia e a consciência estão diferentes, portanto música, letra e melodia estão sendo vivenciados em "nova fase rítmica" e isso é bom (muito bom). Ivan Lins, cantando "Novo Tempo", pra que nossa esperança seja mais que vingança, seja sempre um caminho que se deixa de herança.

        Muito obrigado pela atenção de todos. Bom pleito para todos os nossos e que possamos seguir cantando, estudando, criando novas realidades, através do livro e da literatura.

        Abraço fraterno.

        Namaste.

 

        






charles_bukowski


 


Esta publicação vai sendo exposta em homenagem ao poeta

Charles

Bukowski



Eu acho que você ainda não percorreu todo o “camino”. Mas, está tudo bem, pois não há nenhuma urgência nesse processo. A idéia é avançar com segurança e num ritmo adequado. Transformação estruturada, entende?

Vamos mais um pouco? (em direção ao Sempre).

Agora, de forma objetiva:

Gente

Eu não domino todos os recursos informáticos desta tecnologia, portanto não consegui “fixar” esta guia no topo da página. Mas ela existe e está lá disponível para todos os interessados.


Visite


https://jacquesja.blogspot.com/p/afro-descendencia-e-cidadania.html