Educação e Cultura
A nossa opção por focar na educação e cultura, ao criar o projeto jacomini giacomini não é meramente casual, pois vivemos o magistério desde 1984 (Século Passado).
A questão do financiamento público de ensino superior é um tema muito importante. Lembra o que ocorreu com a presidente do Brasil, quando ela declarou que iria canalizar os recursos das reservas de petróleo (pré-sal) para a área da educação?
O que temos visto até o presente momento é um grande investimento público no ensino superior e a educação básica carente de atenção dos gestores públicos. Veja, por exemplo, o que ocorre no RS. Ação contra o Estado para garantir monitores de apoio e professores de AEE em número suficiente, visando um monitor para cada duas turmas com alunos público-alvo da educação especial e, posteriormente, um por turma. E não é só no RS que o Ministério Público (MP) tem acionado a justiça para garantir a presença de monitores de apoio em escolas públicas, focando no suporte a alunos com deficiência (AEE) e na qualidade da educação inclusiva. As ações exigem contratações emergenciais para evitar prejuízos pedagógicos e de segurança.
Weber era especial, pois há registros que Max Weber demonstrou genialidade precoce: aos 12 anos já lia filósofos como Kant e Spinoza, além de estudar latim. Aos 14, produziu mapas e ensaios históricos profundos, avançando para estudos étnicos aos 15 e lendo toda a obra de Goethe aos 16, acompanhado de estudos de hebreu
De acordo com Marianne Weber, sua esposa, aos quatorze, produziu um mapa histórico da Alemanha de 1360, um ensaio histórico sobre a relação entre a história da Alemanha e a posição dos imperadores e do Papa e outro ensaio histórico sobre o período imperial romano desde Constantino até a Migração das Nações. Aos quinze, escreveu o texto Observações acerca do caráter étnico, o desenvolvimento e a história nas nações indo-europeias, de 1877. Aos dezesseis, leu os quarenta volumes da edição Cotta das obras de Goethe e estudou hebreu.Em 1882, aos dezoito anos, Weber ingressou na Universidade de Heidelberg para estudar a jurisprudência como matéria principal e a história, economia e filosofia como matérias complementares. E nas noites vagas se reunia com seu primo e professor, Otto Baumgarten, para estudar as religiões, teologia e filosofia.
A superdotação é confundida com genialidade, portanto é possível afirmar que Weber era um superdotado. Mas é necessário seguir com o weberianismo? Acredito que sim. Muito especialmente depois da “palestra” de Rui Costa Pimenta transmitida a pouco pela internet. Vejam: desde o início do conflito no Oriente Médio, estamos a buscar informações sobre, a fim de dialogar com você (de forma estruturada) aqui neste espaço. O que acabei de ouvir da boca do “professor” Pimenta foi simplesmente genial. Detalhe: ele não possui doutorado em ciência política, não é catedrático na matéria, tão pouco pesquisador oficial com “Bolsa de Produtividade Científica” CNPQ / CAPES.
A leitura que ele propõe é mais do que muito interessante, pois avalia a política externa dos E.U.A., analisa em detalhe os pormenores do Estado Iraniano e, utilizando vocabulário não acadêmico, inclui o Estado de Israel na sua análise. Ademais, não deixa o Brasil de fora da sua análise política, justamente no momento em que surgem informações sobre pesquisas de opinião que levantam dados de cenários possíveis para o próximo pleito eleitoral (eleições gerais no Brasil). Segundo a nossa própria avaliação, a exemplo de Weber, Pimenta também é um homem especial. E o que faz a academia com um homem especial?
A nossa opção por focar na educação e cultura, ao criar o projeto jacomini giacomini não é meramente casual, pois vivemos o estudo das sociedades complexas desde 1985 (século passado). Outro dia escrevemos: “Weber foi um jurista que também se dedicou para o estudo da história e da economia” (JACOMINI, 2026). O que disse a esposa do professor Weber no texto biográfico de 1926?
“Weber decidiu, em 1892, em busca da independência financeira, aceitar o convite para a vaga de professor de direito comercial. Esse emprego o fez pensar na possibilidade de seguir na carreira acadêmica. Por isso, em 1893, Weber candidatou-se à vaga de professor de economia na Universidade de Freiburg e de professor de lei”. E a sociologia?
O que faz a academia com os especiais? “Gavage (m)”.
Vide link
https://www.queensu.ca/animals-in-science/policies-procedures/sop/mice/7-8#:~:text=A%20gavagem%20%C3%A9%20utilizada%20para%20administrar%20quantidades,ser%20experiente%20antes%20de%20iniciar%20o%20estudo.
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