terça-feira, 30 de dezembro de 2014
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
domingo, 28 de dezembro de 2014
clarissa eckert baeta neves
UNIVERSIDADE
FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
INSTITUTO
DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO
DE CIÊNCIAS SOCIAIS
Disciplina:
PESQUISA SOCIAL I - HUM 04807
Professora:
CLARISSA ECKERT BAETA NEVES
Semestre
96/2
FICHAMENTO: KARL MARX
Aluno:
JAQUES XAVIER JACOMINI
Matrícula:
1409/92.7
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Carlos Drummond de Andrade
AUT: ANDRADE,
CARLOS DRUMMOND DE, 1902-1987
TIT: AS
IDENTIDADES DO POETA
PUB: COLOQUIO :
LETRAS. N.88 (NOV.1985). P.6-7.
MAC: LITERATURA
BRASILEIRA
POESIA
DES: LITERATURA
BRASILEIRA: POESIA
LOC: BSCSH P A/Z
Georg Simmel
GEORG SIMMEL
(1858-1918)
- como as formas sociais se mantém
- memória na trama da vida coletiva
Professor na Universidade de Berlin, fundador da sociologia
formal que ele concebe como uma geometria do mundo social. A forma é a relação
entre indivíduos, abstração feita dos objetos representados.
Para ele a sociedade não é uma aparência. A realidade, são
as interações entre os indivíduos. A natureza da sociedade e dos conflitos
interpessoais são os dois problemas que o preocupam. Representante de uma certa sociologia alemã.
Teórico de alguma maneira contemporâneo de todos os
escritores modernos, Simmel foi um dos pensadores que mais trabalhou,
antecipando em suas reflexões muitos dos tema s hoje mais candentes da intelligentsi ocidental, os dilemas e
ambigüidades da relação entre subjetividade e sociedade. Assim sendo, suas
análises sobre individualismos e cultura subjetiva constituem-se, entre outros
exemplos, em referências fundamentais para a discussão de modernidade. Suas
incursões no terreno da arte e da criação artística, sua preocupação com a SELF
-CULTIVATION e com a inovação,
reforçaram a decisão de privilegiá-lo como interlocutor.
A sociabilidade como
forma autônoma ou lúdica, de sociação. Esse processo funciona também na
separação do que chamei de conteúdo e forma da vida societária. Aqui,
"sociedade" propriamente dita é o estar com um outro, para um outro,
contra um outro que, através do veiculo dos impulsos ou dos propósitos, forma e
desenvolve os conteúdos e os interesses materiais ou individuais. As formas nas
quais resulta esse processo ganham vida própria. São liberadas de todos os
laços com os conteúdos; existem por si mesmas e pelo fascínio que difundem pela
própria liberação destes laços. É isto precisamente o fenômeno a que chamamos
sociabilidade. MORAES FILHO, Evaristo (Org.) FERNANDES, Florestan
(Coordenador). Simmel. São Paulo,
Ática. P. 168.
Vergessellschaftung - e que consta do titulo da sua
Sociologia, 1908. Com ele, Simmel quis significar o permanente vir-a-ser da vida
social, processo sempre in fieri, que
esta acontecendo sem que se possa dizer que já aconteceu. Não ha propriamente
sociedade feita, mas antes o fazer-se sociedade.
Através da interação, da relação reciproca, é que se constitui a
Vergesellschaftung, que prefiramos traduzir, à maneira dos simmelianos
americanos, por sociação. Na
terminologia atual, numerosos são os autores que o traduzem por socialização,
mas o próprio Simmel utiliza-se de Sozialisierung, sem que os confonda. Alguns
tradutores espanhóis servem-se de socialificaçäo, bem dentro da conotação de
processo em movimento. Abel, Martindale e Giddens optam, dentro da mesma linha,
por societalizaçäo. Aparecem ainda, mais erroneamente: sociabilidade,
socialidade e associação. Segundo Wolff, a voz sociation existe em inglês desde
1898, cunhada por J.H.W. Stuckenberg en Introduction
to the study of sociology. (Moraes Filho, p. 31)
A sociedade existe onde vários indivíduos entram em
interação. Esta ação reciproca se produz sempre por determinados instintos ou
para determinados fins. Instintos eróticos, religiosos ou simplesmente sociais,
fins de defesa ou ataque, de jogo ou ganho, de ajuda ou instrução, estes e infinitos outros fazem com que o
homem se encontre num estado de convivência com outros homens, com ações a
favor deles, em conjunto com eles, contra eles, em correlação de circunstâncias
com eles. ... Essas interações significam que os indivíduos, nos quais se
encontram aqueles instintos e fins, fora por eles levados a unir-se,
convertendo-se numa unidade, numa "sociedade". Pois unidade em
sentido empírico nada mais é do que interação de elementos.... o mundo não
poderia ser chamado de uno, se cada parte não influísse de algum modo sobre as
demais, ou se em algum ponto se interrompesse a reciprocidade das influências.
Aquela unidade ou sociação () pode ter diversos gruas,
segundo a espécie e a intimidade que tenha a interação - desde a união efêmera
para dar um passeio até a família; desde as relações por prazo indeterminado
até a pertinência a um mesmo Estado; desde a convivência fugitiva num hotel até
a união estreita de uma corporação medieval.
Pois bem, designo como conteúdo ou matéria da sociação tudo quanto
exista nos indivíduos (portadores concretos e imediatos de toda a realidade
histórica) - como instinto, interesse, fim, inclinação, estado ou movimento
psíquico -, tudo enfim capaz de originar ação sobre outros ou a recepção de
suas influências. (p,60).
A sociação só começa a existir quando a coexistência isolada
dos indivíduos adota formas determinadas de cooperação e de colaboração, que
caem sob o conceito geral da interação. A sociação é, assim, a forma realizada
de diversas maneiras, na qual os indivíduos constituem uma unidade dentro da
qual se realizam seus interesses. E é na base desses interesses - tangíveis ou
ideais, momentâneos ou duradouros, conscientes ou inconscientes, impulsionados
casualmente ou induzidos teleologicamente - que os indivíduos constituem tais
unidades.
Em qualquer fenômeno social dado, conteúdo e forma sociais constituem
uma realidade unitária. Uma forma social desligada de todo conteúdo não pode
ter existência, do mesmo modo que a forma espacial não pode existir sem uma
matéria da qual seja forma. Tais são justamente os elementos, inseparáveis na
realidade, de cada ser e acontecer sociais: um interesse, um fim, um motivo e
uma forma ou maneira de interação entre os indivíduos, pelo qual ou em cuja
figura aquele conteúdo alcança realidade social.
domingo, 21 de dezembro de 2014
Evans-Pritchar
UNIVERSIDADE
FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
INSTITUTO
DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO
DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL
Disciplina:
Método e técnica de pesquisa
Semestre 99/II
-
Exercício de Aula -
Aluno:
JACQUES JACOMINI
Segundo
Evans-Pritchar, percebemos que é
essencial percebermos que os fatos, em si, näo têm significado. Para que o
possuam, devem ter certo grau de generalidade. É preciso saber exatamente o que
se quer saber, e isso só pode ser conseguido graças a um treinamento
sistematico em antropologia social acadêmica. Além disso, nele está muito
presente a importância de uma revisäo bibliografica sobre o tema, e estudos de
informaçäo teorico-metodologico como instrumentos que problematizem a realidade
a ser estudada.
OBJETO
O objeto de estudo: säo seres
humanos, o trabalho de campo envolve a nossa personalidade - cabeça e coraçäo;
e que, assim, tudo aquilo que moldou essa personalidade esta envolvido, näo só
a formaçäo acadêmica: sexo, idade, classe social, nacionalidade, familia,
escola, igreja, amizades. Tudo que desejo sublinhar é que o que se traz de um
estudo de campo depende muito do que se lava para ele.
É possível ir a campo com idéias
pré concebidas, mas o treinamento cientifico permite o exercicio de
apreendê-las e relativiza-las (importância da teoria).
ESTUDO RELACIONAL - estudar mais
de uma sociedade quando possivel
- o contraste: idéias, valores
desse povo com os de sua propria cultura, e isso apesar de todo esforço
corretivo implicito em seu conhecimento da literatura antropologica... perceber
linhas de pesquisa
- o estudo de uma segunda
sociedade possui também a vantagem de tornar o investigador mais experiente:
ele ja sabe que erros evitar, como iniciar mais rapidamente suas observaçöes,
como cortar caminho na investigaçäo e como descernir sem muito esforço o que é
relevante - pois pode ver os problemas fundamentais mais depressa.
MÉTODO / TÉCNICAS
- Realizar a observação
participante na medida do possivel e do conveniente, pois assim o pesquisador
vive a vida do povo que esta estudando.
- Sugere experimentar coisas,
hábitos da outra cultura, mas isto também teu um lado perigoso, pois nem sempre
pode ser bem recebido pelo grupo, e o pesquisador pode querer fingir sem se dar
conta disto... melhor dizer que o antropólogo vive simultaneamente em dois
mundos mentais diferentes, que se constroem segundo categorias e valores muitas
vezes de dificil conciliaçäo. Tornamo-nos, ao menos temporariamente, uma
espécie de duplo marginal, alienado de dois mundos.
-
o problema fica mais evidente
quando somos confrontados por noçöes inexistentes em nossa cultura atual e,
portanto, näo-familiares. Exemplifica com a dificuldade de entender idéias
sobre bruxaria dos Azande
Falando da
diferença ente a sociologia e a antropologia social, questiona: quais as
tecnicas, entrevista fechada ou aberta, depende da situaçäo, tomar nota, em que
situaçäo? depende tem que ter sensibilidade para isto.
Destaca a importância dos
informantes, sobretudo informantes chave, também, pessoa sensivel para entender
o modo de vida de seu povo, mas é fundamental falar a lingua nativa. Acredita
que é sempre possivel verificar e reverificar a informaçäo quando conhece-se a
lingua nativa. A mentira pode secretar informaçöes profundas. Relacionar os
informantes com o status e o papel dele na sociedade, também é uma técnica
defendida por Evans-Pritchard.
EVANS-PRITCHARD, E.E. "Alcance do Tema". In: Antropologia Social. Lisboa, Ed. 70, 1972.
p. 12. - A Antropologia Social tem um vaocabulário técnico muito limitado
e vê-se obrigada a recorrer à linguagem comum, que, como todos sabem, näo é
muito exata. Os termos SOCIEDADE, CULTURA, COSTUME, RELIGIAO, SANÇAO,
ESTRUTURA, FUNÇAO, POLITICO, DEMOCRATICO, nem sempre comportam o mesmo significado,
quer para diferentes pessoas, quer em diferentes contextos. Soluçöes?...
ANTROPOLOGIA, DEFINIÇÖES???
p. 12/13 - Em Inglaterra e, ainda que em menor grau, nos Estados Unidos,
a expressäo Antropologia Social é utilizada para desginar uma parte de uma matéria
mais vasta que é a Antropologia, isto é, o estudo do homem num certo número de
aspectos. O seu objeto está ligado às culturas e sociedades humanas.
p. 13. Na Europa continental prevalece a definiçäo "o estudo
completo do homem (Antropologia Fisica ou estudo biologico do homem).
INGLATERRA - ANTROPOLOGIA SOCIAL
FRANÇA - Etnologia ou Sociologia
p. 13. Primeira cátedra oficialmente designaçäo de Antropologia Social -
Frazer 1908 em Liverpool.
p. 13. Inglaterra: Antropologia Social
Antropologia Fisica
p. 14 Caracteriza o que é Etnologia... estudo preliminar para as
comparaçöes que fazm os antropólogos sociais entre sociedades primitivas,
porque é altamente conveniente, e até mesmo necessário, principiar o trabalho
comparativo com as do mesmo nível cultural ... A Arqueologia Pré-Histórica...
p. 15. O objeto da Antropologia Social é estudar o comportamento social,
geralmente em formas institucionalizadas, como a familia, sistemas de
parentesco, organizaçäo politica, procedimentos legais, ritos religiosos, e
assim por diante, além das relaçöes entre tais instituiçöes, estuda-se em
sociedades contemporâneas ou naquelas comunidades históricas sobre as quais
existe uma informaçäo adequada para a realizaçäo de tais investigaçöes.
p. 19. A Antropologia Social é o estudo de todas as sociedades humanas e
näo só das sociedades primitivas, apesar de na prática e por conveniência se
ocupar atualmente em analisar preferentemente as instituiçöes dos povos mais
simples. É evidente que näo pode haver uma disciplina independente consagrada
inteiramente ao estudo destas sociedades. Quando um antropólogo se dedica à
investigar um povo primitivo, o que estuda é a linguagem, a religiäo, as leis,
as instituiçöes politicas, a economia politica.... depara-se com os mesmos
problemas gerais que o estudioso destas matérias nas grandes civilizaçöes do
mundo. ... o antropólogo sempre compara as sociedades.
Entäo, na época, para Evans-Pritchard: A ANTROPOLOGIA SOCIAL, RAMO DOS
ESTUDOS SOCIOLOGICOS QUE SE DEDICA PRINCIPALMENTE AS SOCIEDADES PRIMITIVAS
enquanto que SOCIOLOGIA - ESTUDO DE DETERMINADOS PROBLEMAS EM SOCIEDADES
CIVILIZADAS.
p. 16 "primitivo" - termo técnico
p. 17. Tarefa da Antropologia Social - estudo sociedades primitivas? Por
que? Razöes?
p. 17 O estudo sociedades primitivas como estudo das instituiçöes
enquanto partes dos sistemas sociais. Sociedades primitivas aparecem como
objeto privilegiado pois säo estruturalmente simples e culturalmente
homogêneas, podem ser diretamente observadas como um todo, antes de tentar
estudar sociedades civilizadas complexas, onde isto näo é possível.
p. 17. Outra razäo, elas estäo a transforma-se rapidamente e, portanto,
torna-se necessário investigá-las o mais depressa possível... p. 18. Estes
sistemas sociais em vias de desaparecer constituem variantes estruturais
únicas, cuja análise nos ajuda consideravelmente a compreender a natureza da
sociedade humana, porque, num estudo comparativo de instituiçöes, o número de
sociedades com que se trabalha é menos significativos que o seu grau de variaçäo.
p. 18 Outra razäo: valor intrínseco: Estas sociedades säo interessantes
em si mesmas, porque nos oferecem uma descriçäo da forma de vida, dos valores e
das crenças dos povos que vivem privados daquilo que estamos habituados a
considerar como os requisitos mínimos do conforto e da civilizaçäo.
p. 18/19. Outros grupos estudados pela Antropologia Social: comunidades
rurais, vida urbana, aldeias e sociedades históricas.
Questöes de METODO
p. 19. ANTROPOLOGIA SOCIAL - estuda diretamente os povos primitivos
vivendo entre eles durantes meses ou anos. Ocupa-se da sociedade como um todo:
estuda a ecologia, economia politica, instituiçöes legais e politicas, a
religiäo, a tecnologia, a organizaçäo da familia e o parentesco, a ganadaria e
a agricultura, a arte, etc... como partes dos sistemas sociais gerais.
SOCIOLOGIA - estudo baseado em documentos e estatísticas. Trabalho
especializado, investiga problemas isolados. Ligado a Filosofia social e ao
planejamento social. Mas tb. (p. 20) um corpo geral de conhecimentos teóricos
sobre as sociedades humanas.
p. 20. OBJETO DA ANTROPOLOGIA SOCIAL: relaçäo entre sociologia (corpo
geral teorico) e a vida social primitiva.
quer dizer... (p. 21) A ANTROPOLOGIA SOCIAL REALIZA UM CONJUNTO DE
ESTUDOS DIFERENTES NUMA SERIE DE SOCIEDADES DISTRIBUIDAS POR TODO O MUNDO. (p.
23) Estuda o conjunto de relaçöes sociais, relaçöes entre memebros de uma
sociedade e entre grupos sociais, enfatiza mais o estudo da sociedade que o
estudo da cultura (aqui no sentido de costume).
p. 23. A Antropologia Social pode generalizar com mais facilidade que a
Historia... pela análise comparativa das estruturas sociais
p. 24 Crítica a Morgan, Spencer, Durkheim, Tylor...
p. 25/26. O que antropólogo social, ao contrário dos evolucionistas e
funcionalistas anteriores busca ao estudar uma sociedade primitiva? O que ele
descreve é a realidade, o comportamento básico, em que ambos os conceitos
(sociedade e cultura) se encontram incorporados... näo säo entidades separadas
mas classes de abstraçöes distintas..., na antropologia atual (trata-se da
atualidade para Evans-Pritchard) os estudos antropológicos especializam-se
sobre instituiçöes pensadas como elementos de uma estrutura social mais ampla e
complexa.
p. 26 Mas o que é estrutura social para Evans-Pritchard?
Cada sociedade tem uma forma ou padräo caracteristico que nos permite
considerá-la como um sistema ou estrutura, no seio da qual os seus memebros
desenvolvem as suas atividades em concordância com ela. O uso do termo
"estrutura" com este significado supöe um certo grau de
compatibilidade entre as partes, pelo menos suscetivel de evitar contradiçöes
abertas e conflitos. Significa também que tem uma duraçäo maior que a
generalidade das coisas passageiras da vida humana. As pessoas que vivem numa
sociedade podem näo se dar conta de que esta possui uma estrutura, ou capta-la
apenas de uma forma vaga.
p. 27 A TAREFA DO ANTROPOLOGO SOCIAL É REVELAR A EXISTENCIA DE UMA
ESTRUTURA. Uma estrutura social total, isto é, a estrutura completa de uma
sociedade determinada, compöe-se de um certo número de estruturas ou sistemas
subsidiários, e é por isso que podemos falar de sistemas de parentesco,
sistemas econômicos, religiosos ou politicos...
Assim, quando falamos das funçöes das instituiçöes, estamos a referir-nos
à parte que lhes corresponde na manutençäo da estrutura da estrutura social.
EVANS-PRITCHARD, E.E. "Algumas reminiscências e reflexöes sobre o
trabalho de campo". In: Bruxaria,
oráculos e magia entre os Azande. Rio, Zahar, 1978. Apêndice IV.
Iniciação Científica
APRESENTAÇÃO SALÃO
97
APRESENTAÇÃO PESSOAL
Meu
nome é Jaques Jacomini
Sou
bolsista do Projeto ESTUDO ANTROPOLÓGICO
DE ITINERÁRIOS URBANOS, MEMÓRIA COLETIVA E FORMAS DE SOCIABILIDADE NO MEIO
URBANO CONTEMPORÂNEO.
PARTICIPO
da pesquisa etnográfica
com
idas a campo
realizo
entrevistas
transcrição
de fitas
análise
de contexto, conteúdo
mas
Falarei
sobre a minha participação no projeto na “Construção de um arranjo documental
para tratamento e ordenação dos dados de pesquisa etnográfico e imagético.”
COLOCAR TRANSPARÊNCIA 1
PROJETO INTEGRADO CNPq
ESTUDO ANTROPOLÓGICO DE ITINERÁRIOS URBANOS, MEMÓRIA COLETIVA E FORMAS
DE SOCIABILIDADE NO MEIO URBANO CONTEMPORÂNEO.
ò
METODOLOGIA
÷ ø
PROCEDIMENTOS
ò
- COLETA DE DADOS : através
da pesquisa etnográfica, utilizando
entrevistas livres e biográficas, observação direta e participante,
estudo de rede de relações sociais e estudo de narrativa e de itinerários de
grupos urbanos.
ò
CONSTRUÇÃO DE UM ø BANCO DE
DADOS ö
PROCEDIMENTOS
ò
- REGISTRO, CLASSIFICAÇÃO E
CATALOGAÇÃO DE conjuntos documentais da Cidade de Porto Alegre, especialmente
coleções fotográficas, videográficas e iconográficas.
ò
÷ CONSTRUÇÃO
DE UM õ BANCO
DE IMAGENS
COMO
PODEMOS VER NA TRANSPARÊNCIA
Os
procedimentos metodológicos do projeto remetem a dois procedimentos de pesquisa
que vão ensejar a construção de um Banco de dados e um banco de imagens.
BANCO DE DADOS ( FÍSICO )
FLUXO DE
TRABALHO (WORKFLOW)
-
ORGANIZAÇÃO
-
SELEÇÃO
-
CLASSIFICAÇÃO
-
CATALOGAÇÃO
-
INDEXAÇÃO
ACERVO
-
JORNAIS
-
REVISTAS
-
TESES
-
MONOGRAFIAS
-
LIVROS
-
ANUÁRIOS ESTATÍSTICOS
-
RELATÓRIOS
SISTEMAS
DE ARQUIVAMENTO
-
INDIRETO: a recuperação da informação é feita inicialmente através da consulta
a um índice e posteriormente no local arquivado.
-
SEMI-INDIRETA (Em implantação) : a recuperação da informação poderá ser realizada inicialmente através da
consulta a uma ficha........ e posteriormente no local arquivado (recorrendo ou
não ao índice).
MÉTODO
DE ARQUIVAMENTO
Utilizamos uma ORDEM ALFABÉTICA / NOMINAL de Arquivamento
Onde
abrimos pastas com nomes correspondentes a fonte documental da informação.
MOSTRAR
TRANSPARENCIA 2
ARRANJO
DOCUMENTAL BANCO DE DADOS
ARRANJO
DOCUMENTAL
BANCO
DE DADOS
1 PERIÓDICOS
- REVISTA
1 PERIÓDICOS
- BOLETIM
1 TEXTOS
XEROX
1 JORNAIS
1 JORNAIS
ZERO HORA
1 JORNAIS
ZERO HORA - 1989
1 JORNAIS ZERO
HORA - 1990
1 JORNAIS ZERO
HORA - 1991
1 JORNAIS ZERO
HORA - 1992
1 JORNAIS ZERO
HORA - 1993
1 JORNAIS ZERO
HORA - 1994
1 JORNAIS ZERO
HORA - 1995
1 JORNAIS ZERO
HORA - 1996
1 JORNAIS ZERO
HORA - 1997
1
JORNAIS ZERO HORA - 1997/1
1
JORNAIS ZERO HORA - 1997/2
1
JORNAIS ZERO HORA - 1997/3
1
JORNAIS ZERO HORA - 1997/4
1 JORNAL
JÁ BOM FIM
1 JORNAL
DO PARTIDO DA
CAUSA OPERÁRIA
1 JORNAL
FOLHA DE SÃO
PAULO
1 JORNAL
DIÁRIO DO SUL
1 JORNAL
CORREIO DO POVO
1 FOLDERS
1 RELATÓRIOS / REUNIÕES
1 ANEXOS
1 MATERIAL ESTATÍSTICO
1 FICHAMENTOS
1 MATERIAL GRÁFICO
1 PANFLETO
BANCO DE DADOS
INFORMATIZADO
Parte do acervo documental já está informatizado.
A parte do acervo informatizado segue o seguinte
arranjo documental:
MOSTRAR TRANSPARENCIA 3
ARRANJO
DOCUMENTAL INFORMATIZADO
Princípio de Organização: Sistema de Pastas e
Subpastas
Segundo Don M. Avedon em “Discos Ópticos e Imagens
Eletrônicas”
Publicação do Centro Nacional de Desenvolvimento do
Gerenciamento de Informação - CENADEM
RECUPERAÇÃO: de forma direta - explorer
1 CNPq
1 Entrevistas
1 Fotos
1 Informantes
1 Endereço/Contatos Informantes
1 Pesquisadores
1 Prof. Ana Luiza C. da Rocha
1 Vídeo Porto Alegre
1 Vídeos Cultura do Medo
1 Vídeos França
1 Palestras
1 Reuniões
1 Prof. Cornelia Eckert
1 Artigos
1 Palestras
1 Projeto
1 Jaques Jacomini
1 Arranjo Documental
1 Pesquisa Bibliográfica
1 Luciane Coccaro
1 Entrevistas
1 Informantes
1 Patricia Rodolpho
1 Fotos Porto Alegre
1 Fotos Salão
1 Rafael
1 Vídeo Projeto
1 Roteiros
1 Pesquisas
1 Projetos
1 Vídeos
BANCO DE IMAGENS
FLUXO DE TRABALHO (WORKFLOW)
- Organização
- Seleção
- Classificação
- Catalogação
- IndEXACAO
ACERVO
- Fotos
- Filmes
- Gravuras
- Iconografias :
- Plantas Cartográficas
- Plantas Hidrográficas
- Projetos Arquitetônicos
- Mapas
Cerca de 5. 000 fotos,
negativos e contatos.
O Banco é alimentado pela
produção sistemática de vídeos, fotos e novas pesquisas documentais que estão
sendo realizadas pela equipe de trabalho do projeto de pesquisa.
SISTEMA
DE ARQUIVAMENTO
- DIRETO: a recuperação da imagem é feita
diretamente no arquivo onde se encontra, orientada segundo a organização do
sistema de pastas e subpastas.
Um modelo de
ficha para a indexação das imagens já foi adotada e está em fase de
implantação. Teremos assim um sistema de arquivamento indireto.
MÉTODO
DE ARQUIVAMENTO
O método de arquivamento adotado é misto, pois
trabalhamos a partir de um método alfabético nominal relacionado com o método
geográfico.
Pastas são abertas com nomes apontados pelos
descritores selecionados.
Pastas são abertas segundo uma orientação geográfica
e espacial da cidade, onde temos um arranjo documental norteado pelas zonas,
bairros, ruas e avenidas e assim por diante.
TRANSPARENCIA No. 4
ARRANJO
DOCUMENTAL
-
BANCO DE IMAGENS
-
1CENTRO
1 AV. MAUÁ
1 RUA DOS ANDRADAS
1 RUA DUQUE DE CAXIAS
1ZONA NORTE
1 BAIRRO ANCHIETA
1 AV. FARRAPOS
1 AV. SERTÓRIO
1 AV. DOS ESTADOS
1 BAIRRO SARANDI
1 AV. MARTINS BASTOS
1 AV. MINAS GERAIS
1 AV. VINTE E UM DE ABRIL
1 BAIRRO RUBEM BERTA
1 BECO DOS MAIAS
1 AV. GAMAL ABDELNASSER
1 RUA CAETANO LA PORTA
1 ZONA SUL
1 BAIRRO TRISTEZA
1 AV. WENCESLAU ESCOBAR
1 RUA PROF. XAVIER SIMÕES
1 RUA PURI
1 BAIRRO IPANEMA
1 RUA DR. PIO ANGELO
1 RUA PIRAJÁ
1 RUA PORTO CALVO
1 VILA NOVA
1 RUA DR. PIO FIORI AZEVEDO
1 ESTRADA BELÉM VELHO
1 ESTRADA TRÊS MENINAS
PRÓXIMOS
PASSOS
DIGITALIZAÇÃO DO ACERVO DOCUMENTAL (B. DE DADOS E DE
IMAGENS)
Não foi iniciado em função da necessidade de
equipamentos.
Dotação orçamentaria solicitada ao CNPq não foi
aprovada.
Outros financiamentos estão sendo solicitados
PROJETO
PILOTO
OBJETIVO: testar sofwares e hardwares que serão
utilizados na digitalização dos documentos.
Colocar em prática conhecimentos teóricos adquiridos
pela equipe de trabalho.
Experimentar alguns procedimentos técnicos da
digitalização.
PROCEDIMENTOS
Digitalização de fotos com indexação automática.
Armazenamento em discos magnéticos.
Recuperação de forma direta a partir do Explorer
(Windows 95)
TRANSPARENCIA No. 5
MOSTRAE ESQUEMA DIGITALIZAÇÃO
Tanto o equipamento quanto os programas não são os
ideais, portanto não podemos avançar muito nesta atividade.
Necessidades:
Gravador de CD-Rom para o armazenamento em Disco
Óptico
Processador no mínimo 150 mhz
32 M. de Ram
Arquivos de Imagens são do tipo Raster ocupam muito
espaço em disco, pois são mapas de Bits )Bit-maps ou BMP)
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