segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Carlos Drummond de Andrade

AUT: ANDRADE, CARLOS DRUMMOND DE, 1902-1987
TIT: AS IDENTIDADES DO POETA
PUB: COLOQUIO : LETRAS. N.88 (NOV.1985). P.6-7.
MAC: LITERATURA BRASILEIRA
     POESIA
DES: LITERATURA BRASILEIRA: POESIA

LOC: BSCSH     P A/Z                                                          

Georg Simmel




GEORG SIMMEL (1858-1918)

- como as formas sociais se mantém
- memória na trama da vida coletiva
Professor na Universidade de Berlin, fundador da sociologia formal que ele concebe como uma geometria do mundo social. A forma é a relação entre indivíduos, abstração feita dos objetos representados.
Para ele a sociedade não é uma aparência. A realidade, são as interações entre os indivíduos. A natureza da sociedade e dos conflitos interpessoais são os dois problemas que o preocupam.  Representante de uma certa sociologia alemã.
Teórico de alguma maneira contemporâneo de todos os escritores modernos, Simmel foi um dos pensadores que mais trabalhou, antecipando em suas reflexões muitos dos tema s hoje mais candentes da intelligentsi ocidental, os dilemas e ambigüidades da relação entre subjetividade e sociedade. Assim sendo, suas análises sobre individualismos e cultura subjetiva constituem-se, entre outros exemplos, em referências fundamentais para a discussão de modernidade. Suas incursões no terreno da arte e da criação artística, sua preocupação com a SELF -CULTIVATION e com a  inovação, reforçaram a decisão de privilegiá-lo como interlocutor.
 A sociabilidade como forma autônoma ou lúdica, de sociação. Esse processo funciona também na separação do que chamei de conteúdo e forma da vida societária. Aqui, "sociedade" propriamente dita é o estar com um outro, para um outro, contra um outro que, através do veiculo dos impulsos ou dos propósitos, forma e desenvolve os conteúdos e os interesses materiais ou individuais. As formas nas quais resulta esse processo ganham vida própria. São liberadas de todos os laços com os conteúdos; existem por si mesmas e pelo fascínio que difundem pela própria liberação destes laços. É isto precisamente o fenômeno a que chamamos sociabilidade. MORAES FILHO, Evaristo (Org.) FERNANDES, Florestan (Coordenador). Simmel. São Paulo, Ática. P. 168.
Vergessellschaftung - e que consta do titulo da sua Sociologia, 1908. Com ele, Simmel quis significar o permanente vir-a-ser da vida social, processo sempre in fieri, que esta acontecendo sem que se possa dizer que já aconteceu. Não ha propriamente sociedade feita, mas antes o fazer-se sociedade. Através da interação, da relação reciproca, é que se constitui a Vergesellschaftung, que prefiramos traduzir, à maneira dos simmelianos americanos, por sociação. Na terminologia atual, numerosos são os autores que o traduzem por socialização, mas o próprio Simmel utiliza-se de Sozialisierung, sem que os confonda. Alguns tradutores espanhóis servem-se de socialificaçäo, bem dentro da conotação de processo em movimento. Abel, Martindale e Giddens optam, dentro da mesma linha, por societalizaçäo. Aparecem ainda, mais erroneamente: sociabilidade, socialidade e associação. Segundo Wolff, a voz sociation existe em inglês desde 1898, cunhada por J.H.W. Stuckenberg en Introduction to the study of sociology. (Moraes Filho, p. 31)
A sociedade existe onde vários indivíduos entram em interação. Esta ação reciproca se produz sempre por determinados instintos ou para determinados fins. Instintos eróticos, religiosos ou simplesmente sociais, fins de defesa ou ataque, de jogo ou ganho, de ajuda ou instrução,  estes e infinitos outros fazem com que o homem se encontre num estado de convivência com outros homens, com ações a favor deles, em conjunto com eles, contra eles, em correlação de circunstâncias com eles. ... Essas interações significam que os indivíduos, nos quais se encontram aqueles instintos e fins, fora por eles levados a unir-se, convertendo-se numa unidade, numa "sociedade". Pois unidade em sentido empírico nada mais é do que interação de elementos.... o mundo não poderia ser chamado de uno, se cada parte não influísse de algum modo sobre as demais, ou se em algum ponto se interrompesse a reciprocidade das influências.
Aquela unidade ou sociação () pode ter diversos gruas, segundo a espécie e a intimidade que tenha a interação - desde a união efêmera para dar um passeio até a família; desde as relações por prazo indeterminado até a pertinência a um mesmo Estado; desde a convivência fugitiva num hotel até a união estreita de uma corporação medieval.  Pois bem, designo como conteúdo ou matéria da sociação tudo quanto exista nos indivíduos (portadores concretos e imediatos de toda a realidade histórica) - como instinto, interesse, fim, inclinação, estado ou movimento psíquico -, tudo enfim capaz de originar ação sobre outros ou a recepção de suas influências. (p,60).
A sociação só começa a existir quando a coexistência isolada dos indivíduos adota formas determinadas de cooperação e de colaboração, que caem sob o conceito geral da interação. A sociação é, assim, a forma realizada de diversas maneiras, na qual os indivíduos constituem uma unidade dentro da qual se realizam seus interesses. E é na base desses interesses - tangíveis ou ideais, momentâneos ou duradouros, conscientes ou inconscientes, impulsionados casualmente ou induzidos teleologicamente - que os indivíduos constituem tais unidades.
Em qualquer fenômeno social dado, conteúdo e forma sociais constituem uma realidade unitária. Uma forma social desligada de todo conteúdo não pode ter existência, do mesmo modo que a forma espacial não pode existir sem uma matéria da qual seja forma. Tais são justamente os elementos, inseparáveis na realidade, de cada ser e acontecer sociais: um interesse, um fim, um motivo e uma forma ou maneira de interação entre os indivíduos, pelo qual ou em cuja figura aquele conteúdo alcança realidade social.


domingo, 21 de dezembro de 2014

Evans-Pritchar













UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL
Disciplina: Método e técnica de pesquisa

Semestre 99/II















- Exercício  de  Aula  -














Aluno: JACQUES  JACOMINI







Segundo Evans-Pritchar, percebemos que  é essencial percebermos que os fatos, em si, näo têm significado. Para que o possuam, devem ter certo grau de generalidade. É preciso saber exatamente o que se quer saber, e isso só pode ser conseguido graças a um treinamento sistematico em antropologia social acadêmica. Além disso, nele está muito presente a importância de uma revisäo bibliografica sobre o tema, e estudos de informaçäo teorico-metodologico como instrumentos que problematizem a realidade a ser estudada.
OBJETO
O objeto de estudo: säo seres humanos, o trabalho de campo envolve a nossa personalidade - cabeça e coraçäo; e que, assim, tudo aquilo que moldou essa personalidade esta envolvido, näo só a formaçäo acadêmica: sexo, idade, classe social, nacionalidade, familia, escola, igreja, amizades. Tudo que desejo sublinhar é que o que se traz de um estudo de campo depende muito do que se lava para ele.
É possível ir a campo com idéias pré concebidas, mas o treinamento cientifico permite o exercicio de apreendê-las e relativiza-las (importância da teoria).
ESTUDO RELACIONAL - estudar mais de uma sociedade quando possivel
- o contraste: idéias, valores desse povo com os de sua propria cultura, e isso apesar de todo esforço corretivo implicito em seu conhecimento da literatura antropologica... perceber linhas de pesquisa
- o estudo de uma segunda sociedade possui também a vantagem de tornar o investigador mais experiente: ele ja sabe que erros evitar, como iniciar mais rapidamente suas observaçöes, como cortar caminho na investigaçäo e como descernir sem muito esforço o que é relevante - pois pode ver os problemas fundamentais mais depressa.
MÉTODO / TÉCNICAS
- Realizar a observação participante na medida do possivel e do conveniente, pois assim o pesquisador vive a vida do povo que esta estudando.
- Sugere experimentar coisas, hábitos da outra cultura, mas isto também teu um lado perigoso, pois nem sempre pode ser bem recebido pelo grupo, e o pesquisador pode querer fingir sem se dar conta disto... melhor dizer que o antropólogo vive simultaneamente em dois mundos mentais diferentes, que se constroem segundo categorias e valores muitas vezes de dificil conciliaçäo. Tornamo-nos, ao menos temporariamente, uma espécie de duplo marginal, alienado de dois mundos.
-    o problema fica mais evidente quando somos confrontados por noçöes inexistentes em nossa cultura atual e, portanto, näo-familiares. Exemplifica com a dificuldade de entender idéias sobre bruxaria dos Azande
Falando  da diferença ente a sociologia e a antropologia social, questiona: quais as tecnicas, entrevista fechada ou aberta, depende da situaçäo, tomar nota, em que situaçäo? depende tem que ter sensibilidade para isto.
Destaca a importância dos informantes, sobretudo informantes chave, também, pessoa sensivel para entender o modo de vida de seu povo, mas é fundamental falar a lingua nativa. Acredita que é sempre possivel verificar e reverificar a informaçäo quando conhece-se a lingua nativa. A mentira pode secretar informaçöes profundas. Relacionar os informantes com o status e o papel dele na sociedade, também é uma técnica defendida por Evans-Pritchard.




EVANS-PRITCHARD, E.E. "Alcance do Tema". In: Antropologia Social. Lisboa, Ed. 70, 1972.
p. 12. - A Antropologia Social tem um vaocabulário técnico muito limitado e vê-se obrigada a recorrer à linguagem comum, que, como todos sabem, näo é muito exata. Os termos SOCIEDADE, CULTURA, COSTUME, RELIGIAO, SANÇAO, ESTRUTURA, FUNÇAO, POLITICO, DEMOCRATICO, nem sempre comportam o mesmo significado, quer para diferentes pessoas, quer em diferentes contextos. Soluçöes?...
ANTROPOLOGIA, DEFINIÇÖES???
p. 12/13 - Em Inglaterra e, ainda que em menor grau, nos Estados Unidos, a expressäo Antropologia Social é utilizada para desginar uma parte de uma matéria mais vasta que é a Antropologia, isto é, o estudo do homem num certo número de aspectos. O seu objeto está ligado às culturas e sociedades humanas.
p. 13. Na Europa continental prevalece a definiçäo "o estudo completo do homem (Antropologia Fisica ou estudo biologico do homem).
INGLATERRA - ANTROPOLOGIA SOCIAL
FRANÇA - Etnologia ou Sociologia
p. 13. Primeira cátedra oficialmente designaçäo de Antropologia Social - Frazer 1908 em Liverpool.
p. 13. Inglaterra: Antropologia Social   Antropologia Fisica
p. 14 Caracteriza o que é Etnologia... estudo preliminar para as comparaçöes que fazm os antropólogos sociais entre sociedades primitivas, porque é altamente conveniente, e até mesmo necessário, principiar o trabalho comparativo com as do mesmo nível cultural ... A Arqueologia Pré-Histórica...
p. 15. O objeto da Antropologia Social é estudar o comportamento social, geralmente em formas institucionalizadas, como a familia, sistemas de parentesco, organizaçäo politica, procedimentos legais, ritos religiosos, e assim por diante, além das relaçöes entre tais instituiçöes, estuda-se em sociedades contemporâneas ou naquelas comunidades históricas sobre as quais existe uma informaçäo adequada para a realizaçäo de tais investigaçöes.
p. 19. A Antropologia Social é o estudo de todas as sociedades humanas e näo só das sociedades primitivas, apesar de na prática e por conveniência se ocupar atualmente em analisar preferentemente as instituiçöes dos povos mais simples. É evidente que näo pode haver uma disciplina independente consagrada inteiramente ao estudo destas sociedades. Quando um antropólogo se dedica à investigar um povo primitivo, o que estuda é a linguagem, a religiäo, as leis, as instituiçöes politicas, a economia politica.... depara-se com os mesmos problemas gerais que o estudioso destas matérias nas grandes civilizaçöes do mundo. ... o antropólogo sempre compara as sociedades.
Entäo, na época, para Evans-Pritchard: A ANTROPOLOGIA SOCIAL, RAMO DOS ESTUDOS SOCIOLOGICOS QUE SE DEDICA PRINCIPALMENTE AS SOCIEDADES PRIMITIVAS enquanto que SOCIOLOGIA - ESTUDO DE DETERMINADOS PROBLEMAS EM SOCIEDADES CIVILIZADAS.
p. 16 "primitivo" - termo técnico
p. 17. Tarefa da Antropologia Social - estudo sociedades primitivas? Por que? Razöes?
p. 17 O estudo sociedades primitivas como estudo das instituiçöes enquanto partes dos sistemas sociais. Sociedades primitivas aparecem como objeto privilegiado pois säo estruturalmente simples e culturalmente homogêneas, podem ser diretamente observadas como um todo, antes de tentar estudar sociedades civilizadas complexas, onde isto näo é possível.
p. 17. Outra razäo, elas estäo a transforma-se rapidamente e, portanto, torna-se necessário investigá-las o mais depressa possível... p. 18. Estes sistemas sociais em vias de desaparecer constituem variantes estruturais únicas, cuja análise nos ajuda consideravelmente a compreender a natureza da sociedade humana, porque, num estudo comparativo de instituiçöes, o número de sociedades com que se trabalha é menos significativos que o seu grau de variaçäo.
p. 18 Outra razäo: valor intrínseco: Estas sociedades säo interessantes em si mesmas, porque nos oferecem uma descriçäo da forma de vida, dos valores e das crenças dos povos que vivem privados daquilo que estamos habituados a considerar como os requisitos mínimos do conforto e da civilizaçäo.
p. 18/19. Outros grupos estudados pela Antropologia Social: comunidades rurais, vida urbana, aldeias e sociedades históricas.
Questöes de METODO
p. 19. ANTROPOLOGIA SOCIAL - estuda diretamente os povos primitivos vivendo entre eles durantes meses ou anos. Ocupa-se da sociedade como um todo: estuda a ecologia, economia politica, instituiçöes legais e politicas, a religiäo, a tecnologia, a organizaçäo da familia e o parentesco, a ganadaria e a agricultura, a arte, etc... como partes dos sistemas sociais gerais.
SOCIOLOGIA - estudo baseado em documentos e estatísticas. Trabalho especializado, investiga problemas isolados. Ligado a Filosofia social e ao planejamento social. Mas tb. (p. 20) um corpo geral de conhecimentos teóricos sobre as sociedades humanas.
p. 20. OBJETO DA ANTROPOLOGIA SOCIAL: relaçäo entre sociologia (corpo geral teorico) e a vida social primitiva.
quer dizer... (p. 21) A ANTROPOLOGIA SOCIAL REALIZA UM CONJUNTO DE ESTUDOS DIFERENTES NUMA SERIE DE SOCIEDADES DISTRIBUIDAS POR TODO O MUNDO. (p. 23) Estuda o conjunto de relaçöes sociais, relaçöes entre memebros de uma sociedade e entre grupos sociais, enfatiza mais o estudo da sociedade que o estudo da cultura (aqui no sentido de costume).
p. 23. A Antropologia Social pode generalizar com mais facilidade que a Historia... pela análise comparativa das estruturas sociais
p. 24 Crítica a Morgan, Spencer, Durkheim, Tylor...
p. 25/26. O que antropólogo social, ao contrário dos evolucionistas e funcionalistas anteriores busca ao estudar uma sociedade primitiva? O que ele descreve é a realidade, o comportamento básico, em que ambos os conceitos (sociedade e cultura) se encontram incorporados... näo säo entidades separadas mas classes de abstraçöes distintas..., na antropologia atual (trata-se da atualidade para Evans-Pritchard) os estudos antropológicos especializam-se sobre instituiçöes pensadas como elementos de uma estrutura social mais ampla e complexa.
p. 26 Mas o que é estrutura social para Evans-Pritchard?
Cada sociedade tem uma forma ou padräo caracteristico que nos permite considerá-la como um sistema ou estrutura, no seio da qual os seus memebros desenvolvem as suas atividades em concordância com ela. O uso do termo "estrutura" com este significado supöe um certo grau de compatibilidade entre as partes, pelo menos suscetivel de evitar contradiçöes abertas e conflitos. Significa também que tem uma duraçäo maior que a generalidade das coisas passageiras da vida humana. As pessoas que vivem numa sociedade podem näo se dar conta de que esta possui uma estrutura, ou capta-la apenas de uma forma vaga.
p. 27 A TAREFA DO ANTROPOLOGO SOCIAL É REVELAR A EXISTENCIA DE UMA ESTRUTURA. Uma estrutura social total, isto é, a estrutura completa de uma sociedade determinada, compöe-se de um certo número de estruturas ou sistemas subsidiários, e é por isso que podemos falar de sistemas de parentesco, sistemas econômicos, religiosos ou politicos...
Assim, quando falamos das funçöes das instituiçöes, estamos a referir-nos à parte que lhes corresponde na manutençäo da estrutura da estrutura social.











EVANS-PRITCHARD, E.E. "Algumas reminiscências e reflexöes sobre o trabalho de campo". In: Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande. Rio, Zahar, 1978. Apêndice IV.



Iniciação Científica

APRESENTAÇÃO  SALÃO  97



APRESENTAÇÃO  PESSOAL

Meu nome é Jaques Jacomini
Sou bolsista do Projeto  ESTUDO ANTROPOLÓGICO DE ITINERÁRIOS URBANOS, MEMÓRIA COLETIVA E FORMAS DE SOCIABILIDADE NO MEIO URBANO CONTEMPORÂNEO.

PARTICIPO da pesquisa etnográfica
com idas a campo
realizo entrevistas
transcrição de fitas
análise de contexto, conteúdo
mas
Falarei sobre a minha participação no projeto na “Construção de um arranjo documental para tratamento e ordenação dos dados de pesquisa etnográfico e imagético.”

COLOCAR  TRANSPARÊNCIA 1

PROJETO  INTEGRADO  CNPq
ESTUDO ANTROPOLÓGICO DE ITINERÁRIOS URBANOS, MEMÓRIA COLETIVA E FORMAS DE SOCIABILIDADE NO MEIO URBANO CONTEMPORÂNEO.
ò
METODOLOGIA
                                                ÷                ø



PROCEDIMENTOS

ò

- COLETA DE DADOS : através da pesquisa etnográfica, utilizando  entrevistas livres e biográficas, observação direta e participante, estudo de rede de relações sociais e estudo de narrativa e de itinerários de grupos urbanos.

ò         

CONSTRUÇÃO  DE  UM ø    BANCO  DE  DADOS       ö



PROCEDIMENTOS

ò

- REGISTRO, CLASSIFICAÇÃO E CATALOGAÇÃO DE conjuntos documentais da Cidade de Porto Alegre, especialmente coleções fotográficas, videográficas e iconográficas.


ò


÷   CONSTRUÇÃO   DE   UM  õ    BANCO  DE  IMAGENS





COMO PODEMOS VER NA TRANSPARÊNCIA
Os procedimentos metodológicos do projeto remetem a dois procedimentos de pesquisa que vão ensejar a construção de um Banco de dados e um banco de imagens.


BANCO  DE  DADOS ( FÍSICO )


FLUXO  DE  TRABALHO (WORKFLOW)
- ORGANIZAÇÃO
- SELEÇÃO
- CLASSIFICAÇÃO
- CATALOGAÇÃO
- INDEXAÇÃO

ACERVO

- JORNAIS
- REVISTAS
- TESES
- MONOGRAFIAS
- LIVROS
- ANUÁRIOS ESTATÍSTICOS
- RELATÓRIOS

SISTEMAS DE ARQUIVAMENTO
- INDIRETO: a recuperação da informação é feita inicialmente através da consulta a um índice e posteriormente no local arquivado.

- SEMI-INDIRETA (Em implantação) : a recuperação da informação  poderá ser realizada inicialmente através da consulta a uma ficha........ e posteriormente no local arquivado (recorrendo ou não ao índice).


MÉTODO DE ARQUIVAMENTO
 Utilizamos uma ORDEM ALFABÉTICA / NOMINAL  de Arquivamento
Onde abrimos pastas com nomes correspondentes a fonte documental da informação.

MOSTRAR TRANSPARENCIA 2
ARRANJO DOCUMENTAL BANCO DE DADOS


ARRANJO  DOCUMENTAL
BANCO  DE  DADOS   


1  PERIÓDICOS  -  REVISTA
1  PERIÓDICOS  -  BOLETIM
1  TEXTOS  XEROX 
1  JORNAIS 
1     JORNAIS  ZERO  HORA
1        JORNAIS  ZERO HORA - 1989 
1           JORNAIS  ZERO  HORA - 1990
1               JORNAIS  ZERO  HORA - 1991
1                  JORNAIS  ZERO  HORA - 1992
1                      JORNAIS  ZERO  HORA - 1993
1                                   JORNAIS  ZERO  HORA - 1994
1                            JORNAIS  ZERO  HORA - 1995
1                               JORNAIS  ZERO  HORA - 1996
1                                 JORNAIS  ZERO  HORA - 1997
1                                    JORNAIS  ZERO  HORA - 1997/1
1                                       JORNAIS  ZERO  HORA - 1997/2
1                                          JORNAIS  ZERO  HORA - 1997/3
1                                             JORNAIS  ZERO  HORA - 1997/4
1  JORNAL   JÁ  BOM FIM 
1  JORNAL  DO  PARTIDO  DA  CAUSA  OPERÁRIA
1  JORNAL  FOLHA  DE  SÃO  PAULO
1  JORNAL  DIÁRIO  DO  SUL
1  JORNAL  CORREIO  DO  POVO
1  FOLDERS
1   RELATÓRIOS / REUNIÕES
1   ANEXOS
1  MATERIAL ESTATÍSTICO
1   FICHAMENTOS
1    MATERIAL GRÁFICO
1    PANFLETO





BANCO  DE  DADOS  INFORMATIZADO

Parte do acervo documental já está informatizado.
A parte do acervo informatizado segue o seguinte arranjo documental:


MOSTRAR TRANSPARENCIA 3

ARRANJO  DOCUMENTAL INFORMATIZADO

Princípio de Organização: Sistema de Pastas e Subpastas
Segundo Don M. Avedon em “Discos Ópticos e Imagens Eletrônicas”
Publicação do Centro Nacional de Desenvolvimento do Gerenciamento de Informação - CENADEM
RECUPERAÇÃO: de forma direta - explorer

1 CNPq
       1 Entrevistas
       1 Fotos
       1 Informantes
              1 Endereço/Contatos Informantes
       1 Pesquisadores
             1 Prof. Ana Luiza C. da Rocha
                    1 Vídeo Porto Alegre
                        1 Vídeos Cultura do Medo
                             1 Vídeos França
                    1 Palestras
                    1 Reuniões
             1 Prof. Cornelia Eckert
                    1 Artigos
                    1 Palestras
                    1 Projeto
             1 Jaques Jacomini
                    1 Arranjo Documental
                    1 Pesquisa Bibliográfica
             1 Luciane Coccaro
                    1 Entrevistas
                    1 Informantes
             1 Patricia Rodolpho
                   1 Fotos Porto Alegre
                   1 Fotos Salão
             1 Rafael
                   1 Vídeo Projeto
                   1 Roteiros
        1 Pesquisas
        1 Projetos
        1 Vídeos


BANCO  DE  IMAGENS

FLUXO  DE  TRABALHO (WORKFLOW)
- Organização
- Seleção
- Classificação
- Catalogação
- IndEXACAO

ACERVO
- Fotos
- Filmes
- Gravuras
- Iconografias :
- Plantas Cartográficas
- Plantas Hidrográficas
- Projetos Arquitetônicos
- Mapas


Cerca de 5. 000 fotos, negativos e contatos.
O Banco é alimentado pela produção sistemática de vídeos, fotos e novas pesquisas documentais que estão sendo realizadas pela equipe de trabalho do projeto de pesquisa.


SISTEMA  DE  ARQUIVAMENTO

- DIRETO: a recuperação da imagem é feita diretamente no arquivo onde se encontra, orientada segundo a organização do sistema de pastas e subpastas.
 Um modelo de ficha para a indexação das imagens já foi adotada e está em fase de implantação. Teremos assim um sistema de arquivamento indireto. 


MÉTODO  DE  ARQUIVAMENTO
O método de arquivamento adotado é misto, pois trabalhamos a partir de um método alfabético nominal relacionado com o método geográfico.
Pastas são abertas com nomes apontados pelos descritores selecionados.
Pastas são abertas segundo uma orientação geográfica e espacial da cidade, onde temos um arranjo documental norteado pelas zonas, bairros, ruas e avenidas e assim por diante.


TRANSPARENCIA No. 4























ARRANJO  DOCUMENTAL
-  BANCO  DE  IMAGENS  - 


1CENTRO
     1 AV. MAUÁ
     1 RUA DOS ANDRADAS
     1 RUA DUQUE DE CAXIAS
1ZONA NORTE
     1 BAIRRO ANCHIETA
           1 AV. FARRAPOS
           1 AV. SERTÓRIO
           1 AV. DOS ESTADOS
     1 BAIRRO SARANDI
           1 AV. MARTINS BASTOS
           1 AV. MINAS GERAIS
           1 AV. VINTE E UM DE ABRIL
    1 BAIRRO RUBEM BERTA
           1 BECO DOS MAIAS
           1 AV. GAMAL ABDELNASSER
           1 RUA CAETANO LA PORTA
1 ZONA SUL
     1 BAIRRO TRISTEZA
           1 AV. WENCESLAU ESCOBAR
           1 RUA PROF. XAVIER SIMÕES
           1 RUA PURI
     1 BAIRRO IPANEMA
           1 RUA DR. PIO ANGELO
           1 RUA PIRAJÁ
           1 RUA PORTO CALVO
     1 VILA NOVA
           1 RUA DR. PIO FIORI AZEVEDO
           1 ESTRADA BELÉM VELHO
           1 ESTRADA TRÊS MENINAS




PRÓXIMOS  PASSOS

DIGITALIZAÇÃO DO ACERVO DOCUMENTAL (B. DE DADOS E DE IMAGENS) 

Não foi iniciado em função da necessidade de equipamentos.
Dotação orçamentaria solicitada ao CNPq não foi aprovada.
Outros financiamentos estão sendo solicitados





PROJETO  PILOTO
OBJETIVO: testar sofwares e hardwares que serão utilizados na digitalização dos documentos.
Colocar em prática conhecimentos teóricos adquiridos pela equipe de trabalho.
Experimentar alguns procedimentos técnicos da digitalização.

PROCEDIMENTOS
Digitalização de fotos com indexação automática.
Armazenamento em discos magnéticos.
Recuperação de forma direta a partir do Explorer (Windows 95)
TRANSPARENCIA No. 5
MOSTRAE ESQUEMA DIGITALIZAÇÃO

Tanto o equipamento quanto os programas não são os ideais, portanto não podemos avançar muito nesta atividade.
Necessidades:
Gravador de CD-Rom para o armazenamento em Disco Óptico
Processador no mínimo 150 mhz
32 M. de Ram
Arquivos de Imagens são do tipo Raster ocupam muito espaço em disco, pois são mapas de Bits )Bit-maps ou BMP)