Fato literário (Ab urbe condita libri)
A invenção do “Fato Literário” funda a literatura, criando uma nova realidade que o homem de letras não abre mão (inverno e verão).
Desde Tito Lívio, fato é que tornou-se impossível viver sem literatura. O que seria da humanidade sem o livro (livre) e a literatura(alta). Seríamos montanhas de desletrados, desertos de rimas, campinas em branco e cachoeiras sem ritmo. Seríamos manhãs tolas, tardes tortas e noites desidratadas.
“São janelas feitas de ar
Todas iguais …”
(Ramil)
O Fato Literário nasce do encontro da linha literária com o feixe de vontades criativas de um Ser Sensível que ama a literatura. Ser Sensível que, apaixonado pelos livros, vive as letras como se fossem “janelas de ar”. Hinos, canções, versos, estórias (sem fim) que tocam e encantam. Até aquele que aborta o sentimento e aborda o fato literário como se ramo fosse da burocracia, toca o tom e houve em sonho:
São janelas feitas de ar
Todas iguais
Qual delas se abre por mim?(Ramil)
A Vida Literária é plena. A Vida Literária faz do literato, pleno de possibilidades criativas, voar. O texto literário é opção de vida. Vida de fazer (janelas de ar) e saber que nada mais importa, quando fecha a porta e ficamos apenas eu e você, literato e literatura. Venceremos.
Venceremos todas as dores do corpo (e da mente), quando formos, efetivamente, apenas textos tecidos pela mão que costura sentimentos presentes aqui e acolá. O Fato Literário é a nossa construção que edifica nobres saberes e fazeres (sentimentos) que humaniza e reitero: amar é ir ao Mar.
São janelas feitas de ar (Ramil)
A invenção do “Fato Literário” funda a literatura, criando uma nova realidade que o homem de letras não abre mão (inverno e verão).
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