A História do Brasil está virando a página.
Eu não sou bacharel em história. Apenas licenciado em ciências sociais e bacharelado em Direito (e também bacharel em Ciências Sociais). Contudo, decidi dialogar com a história desde tempos idos.
O momento presente é decisivo para a construção da nova página histórica brasileira. Não trata-se apenas de um processo eleitoral, mas de um engenho tão significativo que transborda as fronteiras do Estado Nacional (brasileiro).
A Comunidade Internacional está extremamente atenta ao que ocorre aqui. Já estão em solo brasileiro diversos observadores internacionais (além dos arapongas de plantão). Ocidente e Oriente, vermelhos e azuis, direita e esquerda, capitalistas e não capitalistas presentes fisicamente e virtualmente no processo eleitoral brasileiro.
A decisão de cada eleitor é similar a um tijolo neste novo empreendimento transnacional. Estão todos de olho na urna, portanto você não pode "pestanejar". Necessário coragem e responsabilidade para tomar a decisão pelo caminho a percorrer. Eu não vou seguir falando sobre a matéria, pois não sou cientista político, apenas especialista em "Antropologia Social" e acabei de ouvir uma palestra do cientista, professor Roberto da Matta, que declara ser necessário ler Machado de Assis, a fim de entender a "Cultura Brasileira".
Chegamos no ponto: Livro e Literatura. Não há solução sem "tesão" pela arte. Concluo esta breve reflexão com um convite especial: Não faça o que você não deseja fazer, apenas cante conosco uma bela canção. Se você permitir, acrescento mais uma, pois pois um é pouco (?), dois é bom (?) e três é demais (?).
Em primeiro lugar, vai aquela canção que a "Ciência Política" não me autorizou "Cantar na Academia". Fazer o que? Havia a necessidade de dançar a música do sistema, a fim de "Colar Grau", mas eu ainda não esqueci do "Baile": Alvorada Voraz, Paulo Ricardo (et al).
Em segundo lugar, vai aquela canção que é mais meiga, mas não menos importante. Enfim, já não mais podemos cantar como cantávamos outrora. A idade, a energia e a consciência estão diferentes, portanto música, letra e melodia estão sendo vivenciados em "nova fase rítmica" e isso é bom (muito bom). Ivan Lins, cantando "Novo Tempo", pra que nossa esperança seja mais que vingança, seja sempre um caminho que se deixa de herança.
Muito obrigado pela atenção de todos. Bom pleito para todos os nossos e que possamos seguir cantando, estudando, criando novas realidades, através do livro e da literatura.
Abraço fraterno.
Namaste.

Nenhum comentário:
Postar um comentário