quinta-feira, 20 de agosto de 2026

wim_wenders

Dias Perfeitos


1:05:18

1:06:23


arvore


aya koda


1:07:17


ensaios


intelectual



1:08:18




por que 

as coisas

não podem continuar

como etão?



1:09:39


canção


(a cena do bar é muito especial)



(...)





quarta-feira, 19 de agosto de 2026

conteudo_especial_especializado







 Prezados Amigos

 Prezadas Amigas


    A nova fase vai funcionar da seguinte forma:


01

    Acesso amplo e irrestrito para as publicações simples do blog;

02

    Acesso restrito aos assinantes para o acesso das páginas temáticas;

03

    Atualmente são seis páginas:

    > Textos acadêmicos

    > Textos acadêmicos II

    > escritos não acadêmicos

    > Monografias acadêmicas

    > a isabel - ronda um - tributo (Ebook)

    > livro Viamão (Ebook)


    Fica o convite para permanecer conosco e estimular a continuidade do trabalho. Adesão de assinante  no valor promocional, válido por trinta dias, a partir de dez reais.

    Muito obrigado pela atenção de todos. Bons estudos.

        

a_nona_lua_


 









A Nona Lua (vinte e seis)


        A novidade (o novo) sempre vem, para o bem e para o não bem.

        Até aqui, por mais de uma década de página, tratou-se de um trabalho voluntário, disponibilizado sem custo financeiro para todos os interessados. 

    O sistema capitalista avançou e foi necessário um novo planejamento, com vistas a viabilidade de manter a página no ar. Dito de outra forma, não é possível permanecer na modelagem atual (de acesso).

    O que ocorre com o prenúncio da nona lua?

    Me reservo ao direito de não responder, no entanto, no mesmo tom, ensejo de chamar a atenção para uma novidade:  a transcrição das palestras de J. A. O. .

    É fato que aqui você sempre encontra novidades. Voltando ao início da presente publicação: gente! Presta atenção! Novo formato de blog.

    Como assim?

    As "postagens simples" continuam abertas e gratuitas para todos os internautas. As demais serão reservadas para os assinante do canal.

    


terça-feira, 18 de agosto de 2026

ramil

 joquim

vitor ramil


m

u

s

i

c

a


p

o

d

e

r

o

s

a


.

..

...

texto bruto_requer_edicao







 Prezados Amigos

Prezadas Amigas


Estou trabalhando na edição de um texto inédito. Trata-se de uma conferência de J. A. O. sobre tema inédito na internet brasileira. Conteúdo raro e precioso, onde ele discorre sobre vários assuntos da antroposofia e a Senhora Blavatsky.

A versão em que estamos trabalhando pode ser adquirida por todos os interessados, através de uma taxa de contribuição para o nosso canal (Valores válidos a partir de cinquenta reais).


Entrem em contato, através do endereço eletrônico.

Feliz sempre.

Abraço



Segue abaixo um pequeno extrato demonstrativo do material:



“Aí tem o nome de dinâmica. Isso é uma. 


Foi criado pelo Professor Alexandre de Souza de mães né metal concreto que metade funcionando junto. 


Você não pode e não dar o que não propor a seu sacerdote. 


Se você é, é o cause em duas pernas. 


Não tem condição. 


Ninguém é perfeito, não é a vida. 


Ela é uma luta pela perfeição interna, só que um livro de controle quem você pode ser imperfeito astralmente, mas ali você exerce a vontade para ensinar aquela aquela porção que você chama de alma, né? 


Ah, adquirir consciência quando aquela imperfeição é quem dá a voz? 


Quem dá a tônica da tua vida não adianta se fingir de sacerdote é porque você não é. 


É o caso ambulantes ou você viu? 


Porque que eu comecei muitos e as marca o livro que eu comecei a ler né? 


Porque só nas primeiras coisas já dá. 


Esse entendimento que são artigos são compilações de de ensinamento do professor, né? 


E feito porque fez então eh eu já publiquei tudo de grande no na comunidade, vida inteligente. 


Mas o tema que se apresentou hoje nós estamos dentro do tema. 


Foi de lavates. 


Que. 


A jhs. 


Porque que apareceu. 


O bravatas. 


Qjs. 


Porque tem um Sofia e eubiose lavantes que que foi uma? 


Como é que ele pode definir? 


O Jorge já vai definir lá. 


Eu vou deixar ele dar o título da Plate e o professor houve um divisor de águas. 


Me parece o professor deu sequência labate então sempre nós só vamos aqui. 


Muita gente”.


(Detalhe: texto bruto, requer edição e correção)





segunda-feira, 17 de agosto de 2026

teosofia


 






Prezados Amigos

Prezadas Amigas


Estou trabalhando na edição de um texto inédito. Criado desde uma conferência de J. A. O. sobre a teosofia e a sociedade eubiose.

Trata-se de um conteúdo raro e precioso, onde ele discorre sobre vários assuntos da antroposofia e a Senhora Blavatsky.

A versão em que estamos trabalhando pode ser adquirida por todos os interessados, através de uma taxa de contribuição para o nosso canal (Valores válidos a partir de cinquenta reais).

Entrem em contato, através do endereço eletrônico.

Feliz sempre.

Abraço


Segue abaixo, alguns links para a temática em tela.





H. B.




12/08/1831


Ucrânia


08/05/1891


Reino Unido




https://helenablavatsky.com.br/






https://helenablavatsky.com.br/product/escritos/escritos-compilados/escritos-compilados-de-h-p-blavatsky-apresentacao-ao-volume-i/





sábado, 15 de agosto de 2026

Amiga

 


joquim

 


play list ile

 


cem pés

 Prezados amigos

Prezadas Amigas


    A história desta página remonta ao ano de 2012. Foi criada com o objetivo de publicar uma síntese de um trabalho artístico (exposição fotográfica).

       Ao longo dos anos, o espaço ganhou novas feições, interações e conteúdos. Atualmente, trata-se de um labor que nos envolve por inteiro. Veja a baixo o banner relativo aquela exposição de imagens autorais produzidas na cidade de Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil.

        A guia ao lado pode ser acessada pelo internauta que tiver interesse em navegar pelas publicações mais antigas. Dito isso, passamos para uma nova criação: livro de autor - 576.

        Você sabe o que é um livro de autor? Ou livro objeto? Na sequência das publicações estaremos desenvolvendo o tema. Acompanhe e participe , contribuindo com o nosso trabalho.





jackbc10

 


sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Nise da Silveira

 







Gente,

presta atenção!


Sexta-feira é um bom dia para ser grato pelo seu sucesso na semana que finda.

A intenção de ser grato pode ser materializada, através de uma contribuição física.

Venha conosco nesta caminhada e contribua para o nosso projeto de defesa da educação e da cultura. Você pode adquirir um livro usado ou fazer uma doação em espécie.


Veja um exemplo de obra disponível para aquisição:


A obra com o título: Gatos, a emoção de lidar permanece disponível. A autora é a Nise da Silveira e o livro está sendo oferecido por R$ 800,00 (Oitocentos reais)



Formas de pagamento:


PIX

ou

Depósito bancário.



Remessa:


Os custos de envio


Não

 

estão incluídos no valor anunciado.

As custas do serviço de Correio

ou outra forma de envio

correm por conta do adquirente.


 

PIX


jaquesxavierjacomini@gmail.com



Dados referente a lide bancária



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Agência 0845

Conta 08.057258.0-7

Jaques Xavier Jacomini



Você pode ainda contribuir espontaneamente com o nosso projeto.


Para tanto, basta realizar a

doação de qualquer valor.


Agradecemos antecipadamente:


Muito obrigado!



teatro educação e cultura

 



Prezados Amigos 

Prezadas Amigas


        A nossa intenção hoje é demonstrar aspectos históricos da nossa aldeia na relação com a educação e a cultura.

        A campanha eleitoral está iniciando e vários candidatos haverão de se declarar baluarte na defesa das mais diversas bandeiras sociais (políticas públicas). Fique atento, pois nem tudo que parece é (efetivamente) o declarado.

        A imagem supra, bem como o link exposto abaixo comprovam o nosso trabalho na defesa da educação e da cultura nas últimas décadas nesta cidade em que vivemos.

        Os pleitos eleitorais são sucessivos e as demandas da população se repetem ao longo dos anos. Dito de outra forma: não temos teatro, não temos biblioteca pública, não temos educação pública municipal (de nível superior), enfim, não temos muito daquilo que a nossa comunidade demanda a muitos anos.

        A época desta publicação (supra), destacamos que foi suprimido um espaço de cultura na cidade: Teatro Municipal André Ribeiro Cancela. Re visitando o blog a cidade de santa isabel nesta manhã, vem a tona este sentimento: muito pouco mudou, desde então.

        Teatro, artes cênicas e a cultura em geral são áreas co irmãs da educação. Sempre que um equipamento (espaço, dispositivo, meio) de cultura é afetado negativamente a educação também é ameaçada (de morte). Vamos dar um exemplo: Por que? A dotação orçamentária da área da cultura é tão pequena? (quando comparada com as demais)?

        Vamos concluir com a exposição de questões importantes:

        O que é uma cidade educadora?

        Você vive numa cidade educadora?

        Porto Alegre é uma cidade educadora?

        Viamão é uma cidade educadora?

        O que fazer para avançar na pauta da educação e da cultura?

        

        A nossa parte de contribuição vai sendo construída diariamente. Para avançarmos neste trabalho voluntário de defesa da educação e da cultura, necessitamos do seu apoio. Contribua e participe das nossas campanhas de arrecadação de subsídios para o canal. Agradecemos antecipadamente. Feliz final de semana para todos e todas.

    


        Link

        https://acidadedesantaisabel.blogspot.com/2011/04/teatro-andre-ribeiro-cancela.html


quinta-feira, 13 de agosto de 2026

terça-feira, 11 de agosto de 2026

evolucionismo_pagina_livro_viamao





 


EVOLUCIONISMO



        O estudo dos processos sociais e históricos de definição das sociedades, civilizações, etnias e grupos humanos é encarada pelos evolucionistas como algo dado em uma escala métrica, gradual e ascendente.


        O evolucionismo é uma teoria científica utilizada por historiadores, sociólogos e antropólogos entre outros cientistas sociais contemporâneos. Atualmente em franco desuso e com poucos adeptos, o evolucionismo acredita que os processos sociais, humanos e políticos seguem, mais ou menos, uma formação semelhante a feitura de um bolo. Inicia-se pela junção dos ingredientes, obtém-se a mistura desejada, leva-se ao forno, o cozimento e após o desenforme. Ou seja, popularmente falando, acreditam eles que, com a receita certa, bons ingredientes e fogo brando, nada poderá dar errado na confecção do bolo. Mas será que é sempre assim ?


        A vida nos ensina que outros métodos de pensamento são mais interessantes e eficazes para explicar a evolução do homem e das sociedades. Nem tudo o que parece é, ou nem tudo o que é parece ser o que de fato é, porém essa já é uma outra história.



Link para a obra completa:


https://jacquesja.blogspot.com/p/blog-page.html


sábado, 8 de agosto de 2026

Agosto_23864









Prezados (as) Amigos (as)


        Agosto é um período especial para nós, pois aos trinta e um dias deste mês ocorre a passagem de mais um ciclo vital.

        Os desafios são grandes, dado que a idade avança e alguns cuidados como saúde, por exemplo, são ainda mais prementes.

          No que tange ao livro e a literatura, seguimos com o intuito de avançar e seguir oferecendo conteúdo de qualidade nos espaços midiáticos sob a nossa responsabilidade.

        A nossa oferta de obras disponíveis para aquisição pode ser uma porta para você estimular o nosso trabalho. Portanto, reiteramos o convite para todos os interessados: fiquem a vontade para interagir conosco e participar na medida da sua necessidade.

        Aceitamos a doação de livros usados e de valores que venham a contribuir com a permanência do projeto de defesa da área do livro e da literatura. Seguem abaixo, os dados administrativos necessários para o laço.

        Gostaríamos de desejar um excelente final de semana para todos (as), regado de boas leituras. Fraterno abraço!




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BANRISUL

Agência 0845

Conta 08.057258.0-7

Jaques Xavier Jacomini


A doação de qualquer valor é bem vinda.

Agradecemos antecipadamente:

Muito obrigado!


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O Retrato de Jennie


 



O Retrato de Jennie


        O Retrato de Jennie é o título em português de uma das obras mais famosas do escritor norte-americano Robert Nathan, publicada originalmente em 1940. Erico Verissimo possuía uma forte ligação com o autor, tendo traduzido este livro para o português em 1942 e registrado o encontro com Nathan em suas memórias de viagem nos Estados Unidos.


A Conexão entre Robert Nathan e Erico Verissimo


O Encontro:


 Erico Verissimo conheceu Robert Nathan em 1941 durante a viagem que rendeu o livro Gato preto em campo de neve.


Apoio Literário: 


Nathan era um autor de grande sucesso de vendas na época e usou seu prestígio para apoiar a difusão do trabalho de Verissimo junto a editores americanos.


A Tradução:


 Encantado pelo estilo do colega, Erico traduziu a icônica novela de fantasia e romance Portrait of Jennie (O Retrato de Jennie) para a Livraria do Globo.


Sobre a Obra "O Retrato de Jennie"

        A história acompanha Eben Adams, um pintor pobre em Nova York que encontra no Central Park uma garota misteriosa chamada Jennie. A cada breve reencontro, Jennie envelhece de forma acelerada, transformando-se em uma bela mulher. Eben pinta o seu retrato, que se torna sua grande obra-prima, enquanto vivem uma tocante e atemporal história de amor que desafia as barreiras do tempo.



sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Robert Nathan

 





link

https://www.youtube.com/watch?v=fDSiuLg7E7I&t=54s















gato preto

 










“É, antes de tudo, 
um poeta, 
um homem que fala 
e escreve meios tons”.

Érico Veríssimo.

Gato Preto em campo de neve.

página 185






quebra_cabeças

 

Gato Preto em campo de neve.


"(...) quebra-cabeças literários e artísticos."

página 186


Ivan Izquierdo

 



Link

para o vídeo:


https://www.youtube.com/watch?v=mcfGRW_rmYk&t=1542s


Weber

 


Pierucci

 


Freud

 


quinta-feira, 6 de agosto de 2026

A história de santa isabel

Livro Grátis


E book


disponível para acesso gratuito: 


Link


https://acidadedesantaisabel.blogspot.com/p/os-primordios-da-historia-da-santa.html

Tililim e Amiga no Parque

 




O título poderia ser:
Amor Incondicional.
Tililim já partiu e Amiga segue conosco.
Ela está com idade bastante avançada e requer cuidados especiais.

Confesso que aprendi muito com eles. A nossa  troca permite acessar muito daquilo que a educação formal (secular - tradicional) omite para todos nós. Sou grato por esse convívio.

Gente.
Voltando ao planeta Terra: São muitos desafios e necessitamos reiterar o nosso pedido de auxílio para o projeto.

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dicionário de psicologia

 


direito constitucional

 


psicologia social

 


terça-feira, 4 de agosto de 2026

o surgimento do cristianismo

 O surgimento do Cristianismo


Para Sigmund Freud, o surgimento do Cristianismo não é uma ruptura radical com o Judaísmo, mas sim o desfecho psicológico inevitável do trauma provocado pelo assassinato de Moisés.

Em sua obra Moisés e o Monoteísmo (1939), Freud utiliza a lógica clínica do "retorno do reprimido" para explicar como a culpa inconsciente dos judeus pelo parricídio (o assassinato de Moisés, o "pai da nação") germinou ao longo de séculos até explodir na teologia cristã.

A transição histórica e psicológica descrita por Freud ocorre em quatro etapas fundamentais:


1. O Avanço da Culpa Inconsciente

Após assassinarem Moisés no deserto devido à sua rigidez e exigências religiosas, os hebreus recalcaram (esconderam na memória coletiva) o crime. Eles adotaram o Deus vulcânico e violento de Midiã (Javé) para substituir o Deus abstrato de Moisés. No entanto, a culpa pelo crime original nunca desapareceu; ela permaneceu latente no inconsciente do povo, crescendo na mesma proporção em que os profetas de Israel exigiam maior pureza moral e obediência à Lei.


2. A Necessidade de Expiação (O Aparecimento de Jesus)

Séculos mais tarde, a pressão dessa culpa acumulada tornou-se psicologicamente insuportável para uma parte da população judaica. É nesse cenário que surge a figura de Jesus de Nazaré.

Para Freud, o Cristianismo nasce como um movimento de confissão e reconciliação. A mensagem central de Cristo e de seus seguidores operava um mecanismo psíquico profundo: a humanidade precisava ser salva porque carregava um pecado original.

 Freud traduz esse "pecado original" teológico como o fato histórico real do assassinato do pai primitivo (reeditado na morte de Moisés).


3. A Lógica do Sacrifício:

 "O Filho Reivindica o Trono"

Freud argumenta que a dinâmica da crucificação de Jesus resolve a culpa judaica por meio da antiga Lei do Talião (olho por olho, dente por dente). A lógica inconsciente do Cristianismo funciona assim:

O Crime:

 O Pai (Moisés/Deus) foi assassinado por seus filhos.

A Pena:

 Um preço de sangue precisava ser pago para aplacar a ira do Pai.

A Solução:

 O "Filho mais querido" (Jesus) oferece a sua própria vida em sacrifício para redimir o crime de todos os irmãos.Ao morrer na cruz, Jesus diz verbalmente à humanidade: "Vocês estão livres da culpa, pois eu morri pelo pecado de vocês".


4. A Vitória do Cristianismo sobre o Judaísmo (O Triunfo do Filho)

Ao aceitar o sacrifício do Filho, o Cristianismo conseguiu o que o Judaísmo não pôde: a catarse e a libertação da culpa reprimida.No entanto, Freud aponta uma ironia psicológica final.

 Sob o pretexto de salvar a humanidade e honrar o Pai, o Cristianismo operou uma segunda rebelião. A religião cristã se tornou, essencialmente, a religião do Filho. O Deus Pai (do Judaísmo) foi empurrado para o segundo plano, e o Filho (Jesus) assumiu o centro do culto.

 O Cristianismo, portanto, realizou o desejo inconsciente da horda primeva: o Filho substituiu o Pai de uma vez por todas.Os judeus, por sua vez, ao se recusarem a admitir que "o Filho havia nos salvado", escolheram continuar carregando o peso esmagador da culpa pelo parricídio original. Para Freud, essa recusa em confessar o crime é a raiz psicológica profunda do antissemitismo histórico sofrido pelo povo judeu.


Prezados (as) Amigos (as)


Trata-se de um exercício, baseado nas leituras de biografia de Max Weber e Sigmund Freu.

Foi bem puxado hoje.

Estou muito cansado.

Mas amanhã, vamos retornar com a segunda parte deste trabalho.

Acompanhe, pois a temática é fascinante e desafiadora.

Não esqueça de apoiar o canal.

Reiteramos que toda a ajuda é bem vinda.

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Muito obrigado!

Boa Noite!



Moisés





Moisés

    Para Sigmund Freud, a existência histórica de Moisés não era um mero capricho biográfico, mas uma necessidade estrutural para sustentar a sua teoria sobre a origem da religião, da cultura e da própria psique humana.
    Se Moisés fosse apenas um mito ou uma lenda — como defendia o historiador Eduard Meyer —, toda a tese que Freud construiu em sua última obra, Moisés e o Monoteísmo (1939), desmoronaria.
A existência real de Moisés era vital para a psicanálise pelos seguintes motivos fundamentais:

1. A Replicação do "Crime Primordial" na História Real

    Em seu livro anterior, Totem e Tabu (1913), Freud havia criado o mito científico da "horda primeva": a teoria de que, nos primórdios da humanidade, os filhos se uniram para assassinar o pai tirânico que detinha o controle de todas as mulheres. Tomados pela culpa pós-assassinato, esses filhos divinizaram a figura do pai (criando o Totem/Deus) e criaram as primeiras leis (os Tabus).
    Freud precisava provar que esse mecanismo psíquico não aconteceu apenas uma vez na pré-história, mas que ele se repete na história registrada.
     Para Freud, Moisés foi esse Pai Primitivo encarnado: um líder rígido, egípcio, que impôs uma religião monoteísta severa aos hebreus. Freud defende a tese de que os judeus se rebelaram e assassinaram Moisés no deserto. Se Moisés não existisse e não tivesse sido morto de fato, Freud não teria o "fato histórico" para validar sua teoria do parricídio original.

2. O Mecanismo do Recalque e Retorno do Reprimido
    A base da clínica psicanalítica é o conceito de que um trauma esquecido (recalcado) não desaparece, mas retorna anos depois em forma de sintoma. Freud queria provar que a psicologia das massas funciona exatamente igual à psicologia individual.

    A engrenagem histórica de Freud funciona assim:
    
O Trauma (Fato Real):
        O assassinato histórico de Moisés pelas tribos israelitas.
        O Recalque (Esquecimento Coletivo):
 Tomados por um remorso insuportável, os israelitas apagaram o assassinato de sua memória oficial, misturando a figura de Moisés com a de um sacerdote midianita (Javé).
        O Retorno do Reprimido: 
Séculos mais tarde, a culpa inconsciente pelo assassinato do "Pai Moisés" retornou com força total na forma do monoteísmo ético rigoroso dos profetas e, posteriormente, no cristianismo (onde o sacrifício de Jesus Cristo é visto por Freud como a confissão e expiação definitiva pelo assassinato do Pai original).
        Sem um Moisés real de carne e osso para ser assassinado, não haveria trauma real, não haveria recalque e, portanto, a teoria do "retorno do reprimido" na história das civilizações perderia o sentido.


3. A Transmissão Filogenética da Culpa
        Freud acreditava firmemente no conceito lamarckista de que memórias e sentimentos de culpa podem ser herdados biologicamente de geração em geração (traços de memória filogenética).
        Para justificar o forte senso de identidade, a resiliência e a neurose obsessiva que ele atribuía ao povo judeu, Freud precisava de um desencadeador histórico real. O Moisés histórico foi o homem que moldou o caráter judeu ao introduzir o monoteísmo e a valorização do intelecto sobre o sensível. A culpa real por sua morte, transmitida no inconsciente coletivo, tornou-se o motor da identidade judaica.

Freud e Weber


 


Veja

A Beleza desta página: 

Weber e Freud juntos, conforme sintetizado no quadro acima.




É importante fazer uma correção e um esclarecimento crucial: 

Ao contrário do que a estrutura do parágrafo de Peter Gay pode dar a entender à primeira vista, Max Weber não afirmou que Moisés era etnicamente um egípcio.

Na obra Judaísmo Antigo, Weber defende que Moisés era de origem israelita (provavelmente da tribo de Levi).

 Quem cravou a tese de que ele era um egípcio nato foi o próprio Sigmund Freud em O Homem Moisés e a Região Monoteísta.

O que Peter Gay quis dizer ao associar Weber a Freud é que Weber tirou de Moisés o papel de "judeu tradicional" ao provar que a religião e a identidade que ele fundou não nasceram de uma revelação puramente judaica, mas sim de uma massiva influência cultural e política egípcia.

 Para Weber, Moisés "não era judeu" no sentido de que ele não praticava o judaísmo que conhecemos; ele era um agente de transição fortemente moldado pelo Egito.

Weber justifica essa profunda "egipcianização" de Moisés e da fundação do judaísmo por meio dos seguintes pontos sociológicos:


1. O Nome e a Linhagem dos Levitas

Etimologia Egípcia:

 Weber, alinhado com a filologia de sua época, destaca que o nome Moisés (Mose) não tem raiz hebraica, mas sim egípcia (significando "filho" ou "nascido de", como em Ramsés ou Tutmés).

A Elite da Tribo:

 Weber aponta que a designação dos "Levitas" (a tribo sacerdotal de Moisés) possui fortes indícios de ter sido, originalmente, um grupo de burocratas ou oficiais com formação e influência cultural egípcia que se juntaram às tribos nômades.

2. Formação Burocrática e Carisma

O Líder Carismático:

 Na sociologia de Weber, Moisés é o exemplo supremo do "líder carismático". No entanto, seu carisma não operava no vácuo. Weber argumenta que Moisés possuía o conhecimento técnico, jurídico e administrativo que só o Estado burocrático egípcio poderia fornecer na época.

O Mediador Político:

 Moisés usa essa bagagem egípcia de "diplomacia internacional" para selar a confederação de tribos sob o pacto (aliança) com o Deus Javé no deserto.

3. Racionalização contra o Misticismo Egípcio

O Desencantamento do Mundo:

 Ironicamente, Weber argumenta que Moisés usou sua experiência no Egito para criar algo oposto a ele. Ele rejeitou a obsessão egípcia pelo culto aos mortos, pela magia e pela deificação de reis.

A Ética da Lei:

 Em vez de mistérios esotéricos, Moisés introduziu uma religião baseada em um contrato jurídico e ético direto com Deus (a Torá). Essa capacidade de racionalizar a fé veio, segundo Weber, do choque e da necessidade de responder à opressão da sofisticada máquina estatal do Egito.

Como Freud usou isso?

Freud pegou essa "brecha" de Weber (o nome egípcio, os levitas egípcios, a educação egípcia) e radicalizou a tese: se tudo em Moisés cheirava ao Egito, então ele era um nobre egípcio, seguidor do faraó monoteísta Akhenaton, que decidiu libertar os escravos hebreus para manter viva a sua religião solar banida.


.

..

...

Freud uma vida para o nosso tempo Peter Gay


Título:


 Freud uma vida para o nosso tempo


Autor:


Peter Gay




pag 548


transcrição literal


segundo parágrafo



        Tampouco as dúvidas em relação ao livro do Exôdo eram especialmente  novas ou exclusivas da  época de Freud. Estudiosos praticantes, tanto judeus como cristãos, tinham encontrado grandes dificuldades em fazer Moisés um personagem coerente; não eram capazes de explicar racionalmente sua exclusão da Terra Prometida, nem de concordar sobre as circunstâncias de sua morte. Já no final do século XVIII, os deístas tinham se divertido impiedosamente com o conto milagroso dos filhos de Israel atravessando o  Mar Vermelho, e com os contos não menos milagrosos sobre as proezas de Moisés. Em 1764, no Dicionário Filosófico, Voltaire tinha apresentado razões irrefutáveis pelas quais Moisés não poderia ter escrito o Pentateuco (que, afinal, registra a sua morte). e em seguida apresentar uma pergunta mais radical: “É realmente verdade que existiu um Moisés?”. Em 1906, o eminente historiador alemão dos clássicos, Eduard Meyer, cuja obra Freud citava respeitosamente, levantou a mesma pergunta e sustentou que Moisés era um personagem lendário e não real. Freud não chegou a tal ponto; na verdade, a existência histórica de Moisés constituía a peça central de sua teoria. No entanto, ele insistiu, como fizera MAX WEBER em seu estudo sobre o judaismo antigo que Moisés não era Judeu.



the front woody allen 1976

 


o pequeno principe filme

 


O Leitor


 






O Leitor




        A leitura é uma atividade ímpar, espécie de resistência silenciosa do leitor que ama a leitura e não abre mão de ser feliz, lendo o seu livro predileto. Contudo, a vida do leitor não é fácil. Atividade não remunerada, cada vez menos apreciada e negada pelo tosco e pelo bruto que a consideram dispensável (talvez até execrável). Você já leu hoje? (Não vale rede social?)


        Ler é viver a obra lida. “Quem não leu não viveu” (jacquesja, 2024). Os livros são os melhores companheiros de jornada. Eu fiquei muito feliz, quando encontrei Maeterlinck dentro da biografia do Weber, escrita por Marianne Weber. Sabe aquela sensação: “Nem tudo está perdido!” ?


        Ninguém mandou eu entrar na biblioteca X e descobrir Maeterlinck. Eu fiz por livre disposição de vontade (de leitor). Ninguém mandou eu ler o livro: “Weber  - uma biografia” escrito por Marianne Weber. Eu realizei o engenho por livre disposição de vontade. Ninguém mandou eu escrever estas breves linhas. Eu estou aqui porque o livro e a literatura é o melhor lugar para estar, a qualquer tempo (e lugar).


        Ler, escrever, viver. Em tempo: Qual a relação do livro e da literatura com o cinema? Você já ouviu falar no famoso romance alemão (...) e sua adaptação premiada para o cinema?


         O Livro (Der Vorleser) Escrito por Bernhard Schlink em 1995, é um dos romances alemães mais aclamados mundialmente. Chega no Brasil através da Editora Record.


        A história foca em Michael Berg, um adolescente que inicia um caso intenso com Hanna Schmitz, uma mulher muito mais velha. Anos depois, como estudante de Direito, ele a reencontra em um tribunal, onde ela é julgada por crimes de guerra como guarda da SS em Auschwitz. Explora a culpa coletiva da Alemanha pós-guerra, o analfabetismo funcional e o conflito entre as gerações que viveram o Holocausto e as que vieram depois. 


        O Filme (The Reader) foi lançado em 2008. Com direção de Stephen Daldry. O longa-metragem é uma adaptação da obra de Schlink para as telas do cinema e chegou até o nosso labor através de uma mídia removível do tipo DVD. Atualmente o filme está disponível em plataformas de filmes como a Netflix.


        Segundo a análise da crítica especializada, merece destaque o trabalho de Kate Winslet que venceu o Oscar de Melhor Atriz por sua atuação como Hanna Schmitz. Aquela cena do tribunal é incrível, quando ela assume o crime que não cometeu. A motivação: vergonha de reconhecer em público a sua situação de analfabeta (ou analfabeta funcional).


        Enfim, poderíamos ainda recorrer ao “Conceito Acadêmico” de leitor que determina ser o leitor a entidade real que interpreta a história criada pelo autor. Segundo teorias literárias, ser leitor não é apenas consumir o texto, mas "preencher os vazios" e interagir com a narrativa usando seu próprio conhecimento de mundo.


        Certo é que foi muito difícil chegar neste ponto. Escrevi logado e o sinal de internet instável, fez cair a conexão muitas vezes. foi necessário reiniciar, reiniciar, reiniciar (muitas vezes). Essas armas tecnológicas cansam demais. Penso que o problema não é somente a rede social, pois foi o abastecimento de energia elétrica que transformou as nossas vidas. Vou voltar para a base física papel. Não tem jeito. Estou ficando cansado.


segunda-feira, 3 de agosto de 2026

quanto vale a tua arte

 







quanto 

v
a
l
e


tua

arte?


Valor


V
a
l
o
r
e
s

Quanto v_a_l_e  ...

Quantos vales?

vinte e seis dois

vinte e sete

vinte e oito

vinte e novo

trinta

(...)

A

r

t

e


Ares.

Areia.

Ar.

Mar.

Amar.

Viver e Amar.

Viver e Amar a Arte.