sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Ferreira

Canquerini





Canquerini

A Zona Rural de Viamão é muito bela e aprazível.
Fui convidado para realizar uma visita especial. Possuo amigos que são fazendeiros no Canquerini. Dedicam-se ao plantio de cereais (arroz). Trata-se de uma propriedade relativamente grande e os negócios vão muito bem (obrigado).
No trajeto até a fazenda, parei no restaurante do Leo para degustar uma pamonha. Gente, vocês não podem imaginar que iguaria! Saborosa, saborosa, saborosa. A pamonha do Léo é muito saborosa. Não é produção própria, pois tem origem em Santa Catarina, mas é como se fosse uma pamonha canqueriana. E depois o atendimento ali é muito bom, dispõe de vários outros quitutes inigualáveis. Vale a pena dar uma passada ali.
Longe da periferia até esqueci daquelas cabeças que rolaram. Francamente: as coisas estão bem pesadas na Santa Isabel. Sinto saudade de Canasvieiras e de Balneário Pinhal. Por vezes me encontro fazendo planos de mudança de ares. Qualquer um de nós pode ser a próxima vítima, pois o sistema público de segurança está falido. O que fazer? Tributos, tributos e mais tributos. Retorno zero (ou quase zero) para o cidadão tributado.

Bom final de sexta. Espero encontrá-los vivos no sábado. 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Gomercindo da Silva Pacheco (texto do blog)

Gomercindo da Silva Pacheco

Tapes, RS - 1924
Porto Alegre, RS - 2008


Escultor. Desde 1942 reside em Porto Alegre. A partir de 1944 trabalha como zelador na então Escola de Belas Artes de Porto Alegre (atual Instituto de Artes/UFRGS). Observando alunos e professores, aventura-se na escultura de maneira autodidata, incentivado por Fernando Corona. Tem sua primeira individual em 1965, na Galeria Papoula, Porto Alegre. Trabalhou sobretudo os temas gaúchos. Suas obras estão em coleções públicas e privadas pelo Brasil e exterior.



A Chave da Cidade de Viamão

A Chave.