Texto em Construção.
Aguarde a nova edição.
O Original está publicado em
https://acidadedesantaisabel.blogspot.com/2013/01/burica.html
Texto em Construção.
Aguarde a nova edição.
O Original está publicado em
https://acidadedesantaisabel.blogspot.com/2013/01/burica.html
A vida de um cão não tem preço.
A morte do cão comunitário Orelha representa muito mais do que um crime.
Estamos assistindo mais um capítulo de uma "novela" chamada de "Sociedade Urbana Contemporânea capitalista".
Eu não sei escrever, mas quero fazer uma homenagem (escrita) para o Orelha, extensiva para todos os cães comunitários do Brasil.
Certa feita, escrevi um texto que denominei de "Vita". Penso que a reapresentação deste texto é muito oportuna para essa ocasião de dor e sofrimento.
VITA
A Vida é o maior valor (bem) a ser preservado (vivido). Viva a Vida (em todas as suas formas e manifestações).
A noção de valor é construída socialmente segundo os preceitos culturais das sociedades em questão. A experiência social moderna mostra que o valor financeiro é o que tem maior destaque na sociedade contemporânea capitalista. “Tempo é dinheiro”, afirmam os indivíduos que transformam as suas vidas em uma verdadeira “maratona” onde a vitória é representada pelos bens que o capital (econômico-financeiro) pode comprar. Neste caso, imóveis de luxo, automóveis esportivos, jóias e outros produtos afins são os símbolos das pessoas “bem sucedidas” (bens distintivos expostos como medalhas).
Eu entendo que a vida (em todas as suas formas e manifestações) representa o maior valor a ser perseguido, fomentado e preservado. A preservação da vida é a meta 01 (Zero Um) de qualquer pessoa enfileirada conosco (neste pressuposto que defendo). Infelizmente somos minoria entra uma massa de semelhantes que não medem esforços para reproduzir o Status Quo e fomentar a roda consumista (capitalista). Estas últimas desconhecem (ou negam) esta verdade fundamental que venho aqui propagar e, na maioria das vezes, são vítimas do próprio sistema que ajudam a alimentar.
A Vida é tão sublime, rica e maravilhosa que está presente até mesmo onde os transeuntes comuns não observam. Há vida na semente que levada ao solo floresce e dá frutos. Há vida no vento (brisa fresca) que anima e acalma os desalentos da alma. Há vida na água que sacia a sede e rega a planta. Há vida na palavra da boa vontade que enobrece o bem querer. Há vida no seio da mãe que alimenta e nutri o filho querido. Acredito, portanto que é necessário ter muita sensibilidade e sintonia (fina) com o criador e a mãe (natureza) para estabelecer esta aliança eterna com todas as manifestações de vida (humana e não humana). Preservar a vida é fortalecer o amor e a bondade que deve inundar os nossos corações quotidianamente. Viva e deixe viver. Não cometa nenhum tipo de atentado contra a vida. Viva, viva cada vez mais. Viva plenamente. Viva a Vida.
jacquesja@zaz.com.br
Outubro de 2010.
Tese de Doutorado
Assentamento Filhos de Sepé (Tiaraju)
Viamão
RS
Abaixo o link
Para ler a tese de doutorado no
LUME
UFRGS
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/204086/001109688.pdf?sequence=1&isAllowed=y
Viamão (Viamões)
Há dois viamões: o urbano e o rural (ambos formalmente desencantados e materialmente encantados).
Há dois tipos de viamonenses: aquele que vive na cidade e o que vive no campo. A questão relativa ao “desencantamento do mundo”, segundo Pierucci, de ordem da sociologia weberiana, não vai ser desenvolvida neste pequeno texto (talvez no próximo).
O fato é que sabemos pouco sobre Viamão. O pouco que acumulamos nas décadas passadas está escrito no livro: Viamão (Segue o link no final). Porto Isabel e a Cidade de Santa Isabel são o nosso “prato predileto”. Portanto, sobre essa matéria há muito a dizer. São vários livros construídos ao longo dos anos de vivência no Vale. Veja os links disponibilizados ao redor do “planeta”.
Abrimos esta página, pois a capital velha vive momento único e historicamente singular (para o leigo, foca na expressão inusitada). Não se refere apenas ao pleito eleitoral suplementar. As forças que atuam no campo e na cidade vão definir a eleição. Os candidatos (e as candidaturas) são instrumentos das forças políticas potentes e latentes. O processo está em curso e não há (ainda) vitoriosos e derrotados.
As pessoas tem dificuldade em entender a tese: A Cidade de Santa Isabel. Vamos tentar novamente.
01
A “jurisdição” do Lago é distinta da “jurisdição” do outeiro (Detalhe: há novidades no Direito Constitucional);
02
Ao que tudo indica, a Cidade de Santa Isabel vai (mais uma vez) decidir a eleição (para o bem ou para mau). E não estamos a referir (apenas) a densidade dos colégios eleitorais (aqui e acolá);
03
A maior festa popular brasileira já começou (saudades do Recife).
A descida da Borges?
A descida da Aparecida versos o enlevo da Matriz.
O Bará do Mercado (O Sentinela da Bica)?
Os canteiros da Liberdade remetem para a fonte d'água - Praça Santa Isabel.
Enfim, não há como concluir o enlevo sem a poesia nossa de cada dia. Vamos de autoria de Outrem:
“Se eu
ousar
catar
na superfície
de qualquer
manhã
As palavras de um livro
Sem final,
sem final
Sem final, sem final, final”,
Falcão
(O Rappa)
Da própria lavra:
Viamão V I V O
Viamão
vIve
Ad eternum - Sistema
Misto de ordinário - extraordinário
A região rural comunica
cOm o urbano
e
há
mistura de Mitos (de origem)
Farrapa
Indígena
Cristã
Afro-brasileira
(...)
O Produto?
Relações típicas (típico-ideal Weber)
uma sociabilidade caótica
uma legislação anárquica (Vide lei orgânica).
Na antropologia -
Homens com cabeça de animais
e
Animais com cabeça de (...).
Chegou o Circo (há quem diga que vai desabar)
A quadra do vinte e seis está apenas iniciando, porém já há notícias de
Tornados
Vendavais
Chuva de granizo
Frio e Calor
Sol e chuva
Arco iris.
Eclipse lunar.
Feliz do porto (Porto Isabel)
onde
atracam a arte.
a_t_r_a_c_a
A Arte
A filosofia
A magia
(Vide as janelas de ar - Ramil)
Alemanha altera a Constituição para fortalecer o Tribunal Constitucional
Karina Nunes Fritz
terça-feira, 14 de janeiro de 2025
https://www.migalhas.com.br/coluna/german-report/422875/alemanha-altera-a-constituicao-para-fortalecer-o-tribunal
Magistério de Nível Superior
"Nenhum professor universitário gosta de relembrar as discussões que se travaram, quando da sua nomeação, porque elas raramente são agradáveis".
Ciência e Política: duas vocações
página 22 (no meu exemplar)
Max Weber
A questão é:
O que significa Privatdozent?
A ferramenta de inteligência artificial responde com a seguinte assertiva:
Privatdozent (ou Privatdozentin para mulheres) é um título universitário em países de língua alemã para um professor que obteve a habilitação (qualificação avançada pós-doutorado) e está autorizado a lecionar, mas não tem uma cátedra (professor titular) fixa, sendo remunerado pelas próprias taxas dos alunos, um passo crucial antes de alcançar uma cátedra plena, similar ao conceito brasileiro de livre-docência, mas com diferenças históricas e práticas.
A enciclopédia livre, disponível digitalmente, responde a mesma questão, através do texto que segue:
Privatdozent (for men) or Privatdozentin (for women), abbreviated PD, P.D. or Priv.-Doz., is an academic title conferred at some European universities, especially in German-speaking countries, to someone who holds certain formal qualifications that denote an ability (facultas docendi) and permission to teach (venia legendi) a designated subject at the highest level. To be granted the title Priv.-Doz. by a university, a recipient has to fulfill the criteria set by the university which usually require excellence in research, teaching, and further education. In its modern usage, the title indicates that the holder has completed their habilitation and is therefore granted permission to teach and examine students independently without having a full professorship (chair). With respect to the level of academic achievement, the title of Privatdozent is comparable to that of an Associate Professor (United States), Senior Lecturer (United Kingdom), or maître de conférences détenteur de l'habilitation à diriger des recherches (HDR) (France). However, unlike the Associate Professors in North America, PD titles are not always linked to tenured academic positions and do not always imply the role of a Principal Investigator.
Como você responderia a questão?
O que significa Privatdozent?
Aproveito a oportunidade para mais três questões:
01
Como será desenvolvido o ensino de nível superior na Universidade Pública na próxima década?
02
Por que o Instituto Federal de Educação da Cidade de Viamão não oferece NENHUMA vaga no SISU 2026?
03
Em qual país da Europa o STF foi buscar um modelo de Código de Conduta do Tribunal?
A nossa proposta é responder a questão, conforme ensina Max Weber na palestra que gerou o livro denominado: Ciência e Política - duas vocações".
Antes de responder, mais uma questão interessante:
Por que a Universidade Federal do Rio Grande do Sul ainda não aderiu integralmente a plataforma informatizada do Governo Federal para ocupação das vagas no ensino superior?
Texto em construção _ acompanhe_
Symbolist theatre
Paul Claudel.
Dramatists also took their lead from the French Symbolist poets, especially from Mallarmé. As drama critic for La Dernière Mode during the 1870s, Mallarmé opposed the dominant Realist theatre and called for a poetic theatre that would evoke the hidden mystery of man and the universe. Drama, for Mallarmé, should be a sacred rite in which the poet-dramatist revealed the correspondences between the visible and invisible worlds through the suggestive power of his poetic language. For the Symbolist playwright, the deeper truths of existence, known instinctively or intuitively, could not be directly expressed but only indirectly revealed through symbol, myth, and mood. The principal Symbolist playwrights were Maurice Maeterlinck in Belgium and Auguste Villiers de L’Isle-Adam and Paul Claudel in France. Also influenced by Symbolist beliefs were the Swedish playwright August Strindberg and the Irish poet and dramatist W.B. Yeats.
"No decurso do
esbraseado estio,
apraz
s_a_b_o_r_e_a_r
a ardente
sucessão das horas,
pela ordem que lhes marca
o próprio astro
que as derrama
sobre os nossos lazeres.
Nesses dias
mais amplos
mais abertos
mais esparsos
só dou fé
e só atendo
as grandes divisões da luz
indicadas pelo sol
com o auxílio da sombra
quente
de um dos seus raios
sobre
o relógio de mármore,
que além,
no jardim,
junto do lago,
reflete e registra
em silêncio
como se praticasse
um ato insignificante
o percurso dos nossos mundos
no espaço planetário".
p117
A Inteligência das Flores
Maurice Maeterlinck
Extrato transcrito por jacqueja
Governo lançará plataforma de streaming Tela Brasil para estimular a difusão do audiovisual
O serviço reunirá curtas, médias e longas-metragens, além de obras seriadas
O governo federal anunciou o lançamento da plataforma de streaming Terra Brasil, voltada exclusivamente à difusão do audiovisual nacional, e disponibilizará gratuitamente um amplo acervo de produções brasileiras. O projeto envolve mapeamento, organização e digitalização de acervos do Ministério da Cultura e de instituições parceiras, como a Cinemateca Brasileira, o CTAv, a Funarte e a Fundação Cultural Palmares. Também integram a iniciativa filmes brasileiros indicados ao Oscar e obras selecionadas por meio de edital de licenciamento. O catálogo deverá reunir cerca de 555 títulos, com R$ 4,4 milhões de investimento.
Desenvolvida pela Secretaria do Audiovisual (SAV) em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), a Tela Brasil constitui uma política pública de acesso gratuito a conteúdos audiovisuais brasileiros. O serviço reunirá curtas, médias e longas-metragens, além de obras seriadas, ampliando o alcance da produção nacional em diferentes formatos.
Como serviço público de vídeo sob demanda, a plataforma não terá custo para o usuário. O acesso será feito mediante cadastro integrado ao sistema gov.br, garantindo alinhamento com outras políticas digitais do Governo Federal e facilitando a ampliação do acesso da população a serviços públicos.
Além de atender ao público em geral, a Plataforma Tela Brasil tem como público prioritário a rede de educação básica. A iniciativa deverá funcionar como uma das principais ferramentas para a aplicação da Lei nº 13.006/2014, que estabelece a obrigatoriedade da exibição de obras audiovisuais brasileiras nas escolas.
A plataforma também contempla espaços não comerciais de exibição, incluindo cineclubes, Pontos e Pontões de Cultura, bibliotecas públicas, centros de difusão cultural, de leitura e de memória, além dos Centros Educacionais Unificados (CEUs).
Entre os compromissos centrais do projeto estão a valorização da diversidade regional do país, a representação da pluralidade de identidades de gênero, culturais e étnico-raciais, a preservação da memória audiovisual brasileira e a disponibilização de obras com relevância educacional, formativa e de impacto social.
O portal associado à plataforma também funcionará como agregador de sites de empresas e instituições públicas e privadas que aderirem à iniciativa e autorizarem a divulgação de seus endereços. Esses conteúdos serão organizados por segmentos, como Plataformas Brasileiras, Programação de Cinema, Cinema e Educação, Preservação, Pensamento Crítico, Jogos Brasileiros e Internacionalização.
Friedrich von Hardenberg
"Discípulos em Sais" (Die Lehrlinge zu Sais) é uma famosa obra - inacabada - do poeta e filósofo romântico alemão Novalis (Friedrich von Hardenberg), que explora o mistério da natureza através de uma irmandade de jovens aprendizes que buscam desvendar os segredos do universo e da vida, sendo um marco do Romantismo Alemão (Frühromantik).
O autor alemão Novalis, introduziu um símbolo no movimento romântico, a flor azul. Trata-se de uma história - Heinrich von Ofterdingen (1802).
Depois de contemplar um encontro com um estranho que lhe conta sobre uma flor azul, o jovem Heinrich von Ofterdingen permanece agitado com o anseio de encontrá-la e vê-la. Ele então dorme e sonha que está em busca da flor azul, sendo ajudado por Cyane, que se diz ser filha da Deusa, e descobrindo-a em meio a um prado cercada de rochas azuis escuras e sob um céu azul-escuro.
A flor azul-clara o chama e absorve sua atenção, ela é alta e em seu centro tem a face de sua amada. Cyane pega a flor azul e entrega a Heinrich.
Ainda em sonho, em seu encontro ele dança com a amada, que tem olhos azuis claros e veias azuis em seu pescoço.
Isso representa o anseio do personagem por Mathilde e pelo seu reencontro com ela no Céu após a morte.
A simbologia imagética pode sido motivada pela experiência trágica que Novalis passou pela morte de sua amada, Sophie.
O motivo adotado por Novalis pode ter se inspirado em uma sequência de sonho de um romance pelo contemporâneo Jean Paul-Richter, em que o herói é sugado por uma flor azul como uma gota de orvalho e encontrada a cara metade feminina de seu gênio.
Havia também significação feminina da cor azul entre outras obras alemãs de teoria das cores, cujos sistemas para classificação na filosofia natural Novalis estudou com seu professor geologista Abraham Gottlob Werner. Uma associação dos tons azulados à mulher pode ser encontrada em Philipp Otto Runge, e o sistema inicial de Goethe também pode ter exercido influência sobre o poeta em algum possível encontro que tiveram; logo depois da escrita do romance de Novalis, Goethe escreveu também sobre o mesmo tema da atração associada à cor: "Assim como seguimos prontamente um objeto agradável que voa de nós, adoramos contemplar o azul, não porque ele avança até nós, mas porque ele nos puxa atrás dele".
O Tesouro dos Humildes
“Se eu ousar
catar
na superfície de qualquer manhã
As palavras de um livro
Sem final, sem final
Sem final, sem final, final
(...)”
Falcão (O Rappa)
A obra literária que conhecemos no Brasil sob o título "O Tesouro dos Humildes" (Le Trésor des humbles) foi publicada originalmente em 1896 na Europa. Segundo os especialistas, é uma das obras fundamentais de Maurice Maeterlinck, vencedor do Nobel de Literatura de 1911.
O livro é uma coleção de 13 ensaios filosóficos que exploram temas diversos, especialmente a espiritualidade, a mitologia e o amor. Ao nosso crivo particular, trata-se de um livro de “História Natural” onde o autor constrói as bases do que viria ser conhecido como “Teatro Simbolista”. Dentre os temas abordados, merece destaque o espaço significativo que dedica para discutir o Silêncio nos seus desdobramentos físicos e extrafísicos. Neste sentido, Maeterlinck argumenta que a verdadeira comunicação entre as almas ocorre no silêncio, e não nas palavras, que muitas vezes servem apenas para esconder nossos sentimentos reais.
Maeterlinck não é um escritor convencional, a sua escrita é especial e vai da prosa à poesia em movimento intenso e circular de expressões e idéias pouco usuais e pouco conhecidas. Aborda assuntos como a Vida Cotidiana, afirmando que aqui também há dramaticidade e/ou tragédia. Neste sentido o autor busca lançar luz sobre o "trágico cotidiano", encontrando beleza e profundidade espiritual em momentos comuns e em pessoas simples (os "humildes"), e não apenas em grandes eventos épicos e/ou heróicos.
Podemos dizer ainda que o autor tem uma pesquisa bastante interessante sobre literatos e filósofos que baseiam os seus escritos. Dentre eles, merece destaque o filósofo Plotino que é visto em diversos momentos do livro, muito especialmente nas últimas páginas. Enfim, Maeterlinck sugere que existe uma sabedoria superior que todos possuímos instintivamente, mas que raramente acessamos devido ao ritmo acelerado da vida moderna. Neste ínterim, observamos uma conexão interessante com Gaston Bachelard e a sua proposta de estudo que denomina de ritmanálise.
A notícia boa é que estamos trabalhando numa nova tradução da obra. O texto que está disponível atualmente para nós foi produto de uma versão com origem na língua francesa, posteriormente transladada para o portugues (de Portugal). Portanto, vamos elaborar uma nova versão atualizada (o original é de 1896) e focada na cultura brasileira, a fim de facilitar a leitura. Este texto raro e magnífico merece toda a nossa atenção e estima. Ademais, você pode conhecer mais de Maeterlinck, através da “Teoria Tridimensional do silêncio”, texto inédito e exclusivo que estamos oferecendo para o público leitor interessado em literatura e filosofia da poesia.
Sri Prem Baba
15 de janeiro de 2026
Minha intenção, ao falar de visão para 2026, é oferecer uma leitura de ciclo, uma percepção de movimento, de sensibilidade para compreender o que está se deslocando no campo da humanidade e como atravessar esse período com saúde mental, espiritual e consciência elevada. Não falo de previsões para alimentar medo, nem de cenários para aprisionar a mente em expectativas.
Os primeiros dias deste ano já deixaram claro o clima que nos acompanha. Conflitos geopolíticos que se intensificam, como a invasão dos Estados Unidos na Venezuela, guerras e ameaças de guerra que seguem abertas em diferentes regiões do planeta. Aqui no Brasil teremos também um ano eleitoral com o acirramento da polarização. Até mesmo grandes eventos coletivos, como a Copa do Mundo, tendem a funcionar como catalisadores de emoções intensas. No inconsciente coletivo, o que se move é medo, raiva e indignação. Tudo isso cria um campo de tensão permanente, que facilmente nos puxa para estados reativos.
Ao mesmo tempo, estamos diante de uma abertura inédita de possibilidades. A expansão acelerada da inteligência artificial inaugura uma nova ordem do trabalho, da criatividade e da produção de conhecimento. Muitas estruturas antigas estão ruindo, enquanto novas portas se abrem para quem consegue se adaptar com flexibilidade, ética e consciência.
Por isso, 2026 não é um ano de uma única realidade. É o tempo de convivência entre dois mundos, entre dois estágios de consciência. De um lado, o velho paradigma, que ainda resiste por meio de padrões de dominação, controle e violência. Do outro, o novo que começa a emergir, sustentado pela cooperação, pela inteligência ampliada e por uma criatividade consciente, a serviço da vida.
Estamos, claramente, no final de um ciclo liderado pela energia masculina em sua forma distorcida. Um masculino que abusou do poder, que se expressou pela imposição, pela extorsão, pela guerra e pela exploração. Quando um ciclo dessa natureza se aproxima do fim, ele tende a fazer mais barulho. Por isso, é provável que ainda testemunhemos episódios bélicos mais intensos do que aqueles que já atravessamos. Não porque esse modelo esteja fortalecido, mas justamente porque está sendo pressionado a se encerrar. Aqui é importante trazer uma orientação muito clara para aqueles que querem sintonizar e se manter na frequência do novo: não aceite convites às guerras. Refiro-me também às guerras ideológicas, às guerras de narrativas, às guerras nas redes sociais, às guerras familiares e às guerras nos relacionamentos. Neste cenário, surgirão muitos convites para que você escolha um inimigo, eleja um culpado e se identifique com a raiva coletiva. Toda vez que você aceita esse convite, você perde energia vital e clareza de consciência.
Quando a guerra for inevitável, e às vezes ela é, atravesse-a com a consciência de um iogue. O iogue age sem ódio, sem vitimismo e sem desejo de destruição. Ele age a partir do discernimento, com o mínimo de violência possível, sem perder o eixo interior. Isso vale tanto para conflitos externos quanto para as batalhas internas que todos nós atravessamos.
Gosto de comparar esse momento da humanidade a um jogo de videogame. Mudamos de fase. Os desafios são outros, assim como as ferramentas disponíveis. O problema é que muitos ainda tentarão jogar essa nova fase com os vícios da fase anterior. Tentarão repetir padrões antigos de separação, acusação, vitimismo e desunião. Só que alguns desses vícios simplesmente não funcionam mais. O jogo trava. Especialmente o vício da desunião. Ele não se sustenta no novo ciclo.
A energia que chega em 2026 é acelerada e amplificadora. Ela expande tudo. Amplia a consciência, mas também amplia o ego, se não houver trabalho interior. Por isso, o maior risco deste novo ciclo não é a tecnologia, nem a inteligência artificial, nem as mudanças externas. O maior risco é o ego tentando se apropriar da potência que está disponível. Quando o campo de possibilidades se abre, o ego quer dominar, controlar, ter razão, ser especial. E toda vez que isso acontece, a alma se perde.
O que sustenta a consciência neste ciclo é uma coisa só: amor. Não o amor romântico ou idealizado, mas o amor como força de coerência interior. O amor que mantém você humilde, verdadeiro e alinhado com o dharma. O amor que impede a corrupção interna quando o poder distorcido externo se apresenta. O amor que não negocia a própria integridade.
Outro movimento essencial deste período é a abertura real para a energia feminina. E aqui não falo apenas das mulheres, mas de uma qualidade de consciência. O feminino como capacidade de sentir, acolher, integrar, cooperar e curar. A cura do masculino distorcido não acontece pela sua destruição, mas pela sua integração com o feminino. O poder precisa voltar a ser serviço. A coragem precisa voltar a ter coração. A liderança precisa voltar a proteger a vida, e não explorá-la.
Para manter a saúde mental e espiritual em 2026, algumas chaves são fundamentais:
Reduza a exposição ao excesso de informações carregadas de medo. Mantenha-se informado, mas faça isso com presença para não se afundar no sofrimento coletivo.
Observe suas emoções antes de reagir. Há uma diferença entre acolher suas emoções e permitir que elas comandem suas decisões.
Cultive diariamente o silêncio e a presença, assim como práticas que te devolvam ao corpo e ao coração. Lembre-se do divino a todo o momento, mantendo sua consciência elevada enquanto transita na matéria.
Use a tecnologia como ferramenta, não como identidade. Esteja no comando ao usar seu celular, sem se deixar levar pelos vícios estimulados pelos algoritmos.
O verdadeiro propósito não é consertar o mundo lá fora, mas curar aquilo em você que ainda vibra em medo, raiva ou separação. 2026 não pede perfeição. Pede maturidade espiritual. Pede discernimento. Pede amor em ação. A travessia é intensa, mas também é fértil. Se você atravessar esse ciclo com consciência, poderá se tornar um canal vivo do novo mundo que está nascendo.
Sri Prem Baba é mestre espiritual brasileiro. É autor de livros best-sellers como Propósito e Amar e Ser Livre. É fundador da Sri Prem Baba Academy, onde ensina a alunos de mais de 30 países, guiando-os na busca por respostas aos dilemas da vida e ao propósito da existência. É head do LIDE Wellness.
A Lei
dos Homens
- legislação -
#legis
mesmo
R a _ s g [] a $%" D [ [ [ª
rasgada
controvertida
m_ ,,, P_ ,,,
ainda
ECOA.
jacó pequeno
Prezados
A muito tempo vencemos a dependência tecnológica da empresa microsoft e de seus tentáculos capitalistas. Portanto, não criamos e não editamos textos na relação com o poder de império da referida pessoa jurídica.
Estamos trabalhando com o Google e as suas ferramentas de internet disponibilizadas gratuitamente. Digo isto, a fim de situar você sobre o teor desta página, pois trata-se apenas de um borrão de dados que estão sendo salvos em nuvem.
Não considere as informações aqui disponibilizadas como "fatos jurídicos", pois são fruto de um ensaio ainda em desenvolvimento (tipo uma aquarela que antecede a pintura a óleo). O veredito aqui é muito mais aquele que vai gravado no sentido do leitor perceber um pouco de processo de criação literária que estamos propondo construir.
Não é, não foi e não vai ser recorta e cola. Não é inteligência artificial comunicando pseudo verdades. Não é voto a cabresto e não é lambe botas de nenhum tipo de patrão. É criação autônoma, legítima e autoral.
Borrão Virtual
A Teoria Tridimensional do Silêncio
“Uma verdade oculta
é o que nos faz viver”.
Maurice Maeterlinck
O Tesouro dos humildes
Dedicamos estas breves linhas para Gomercindo da Silva Pacheco. Guma nasceu e morreu no Rio Grande do Sul (Brasil). Não navegou oceanos, mas a sua obra ganhou o mundo, dado o seu talento e maestria com as esculturas em madeira. A arte era a sua vida diuturnamente. Não possui currículo na plataforma Lates, pois bebia em fontes diversas, sendo autônomo e desvinculado de ritos acadêmicos clássicos. Infelizmente, ainda é lembrado como leigo ou servente pelos que não leram o seu talento de forma correta. A sua alma mater:Instituto de Belas Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
A Teoria tridimensional do Silêncio é um exercício criativo autônomo e inovador, busca desvincular de ritos acadêmicos tradicionais (usualmente vivenciados no Brasil). Os clássicos estão presentes, mas isso não é tudo. Lembra, (?) quando escrevemos: (?) Acuidade que acusou movimento circular, bem como ritmo necessário para despertar o transeunte, face as construções futuras: a Filosofia da Poesia? Extraído de “Ronda Um". Lembra? Então!! Vamos avançar!?
Preliminar de Mérito
“Silêncio é potência criativa.”
Jacomini
Vejam o que diz Maeterlinck na obra “O Tesouro dos humildes”:
“Uma verdade oculta é o que nos faz viver. Somos seus escravos inconscientes e MUDOS, e achamo-nos algemados, em quanto ela não aparece. (...) pag 146 Tudo que se pode dizer não é nada em si.” (pag 147).
A nossa impressão é que, quando fala de instante (ao tatear nas trevas, os últimos de entre nós, por não sei que contra golpe súbito e inexplicável …) o autor fica no plano de Bachelard e a maneira como trabalha a proposta de ritmanálise. Contudo, ao tomar consciência de todo o texto na relação com a produção intelectual do Professor Laercio da Fonseca, ficamos expostos a uma relação necessária: A proposta de trabalho de Maeterlinck, Bachelard e Professor LaLa estão desenvolvendo uma temática análoga em perspectivas particulares.
Antes de entrar na página do ensino universitário público e gratuito, vamos avançar um pouco sobre o silêncio. Vejam a transcrição completa do parágrafo eleito para a vossa apreciação:
“Tudo que se pode dizer não é nada em si. Ponde num prato da balança todas as palavras dos grandes sábios e no outro prato a sabedoria inconsciente daquela criança que passa e vereis que Platão, Marco Aurélio, Schopenhauer e Pascal nos revelaram, em nada aumentará os grandes tesouros da inconsciência, porque a criança que se cala é mil vezes mais sábia que Marco Aurélio que fala” (pagina 147-48).
Na sequência surge menção ao filósofo Plotino, ou seja, estamos a trabalhar no terreno da filosofia. Enquanto trabalhamos com a filosofia, todos assistem a transformação (volatização) da universidade pública brasileira. Assistem e calam. O que isso significa?
Essa poderia ser uma questão central no nosso atual engenho, mas não é, essencialmente, o que viemos aqui dizer. Trabalhamos com filosofia e literatura que são objeto de ensino, pesquisa e extensão dentro da universidade Pública. Em suma, muito em breve, a atual universidade pública gratuita vai deixar de existir. Vejam, não é previsão, pois trata-se de uma triste constatação.
Voltando para a filosofia: Maeterlinck argumenta que as verdades mais profundas da vida não são ditas em palavras, mas sentidas no silêncio. Ele defende que a verdadeira comunicação entre as almas ocorre quando as palavras param. Neste sentido, temos o silêncio como “potência reveladora” (Jacomini, 2025). Lembrei de Sri Prem Baba falando: “A fala é apenas um truque”. Em suma, acredito que o texto (Palavra escrita) deve ser avaliado dentro do seu contexto (Cena dramática). A palavra falada surge no plano da retórica que constrói narrativas e encerram estratégias de poder político.
--- --- === === --- ---
Alguns pressupostos básicos e elementares
“A Não Poesia é Irmã do silêncio. Na sua essência, a não poesia é criada sem fonemas e sem grafia. Ganha voz e forma na medida em que o seu autor necessita compartilhar este instante criativo”.
Jacomini
Há necessidade ainda de apresentarmos uma imagem poética que auxilia a compreensão da matéria. Vamos recorrer ao artista Vitor Ramil que na canção “Estrela - Estrela” trabalha com as “Janelas de Ar”. O que são as tais “Janelas de Ar”? Como definir as janelas de ar? Poderíamos dizer que são aberturas para o infinito? Ou apenas simples analogia para um instrumento artístico que o autor cria para pintar a sua tela musical?
A resposta é (...). Não sabemos exatamente e não buscamos definição lógica para a expressão. Consideramos que obras de arte são criadas para serem apreciadas e não para serem explicadas. Pedimos ao nosso leitor que imagine as “janelas de ar” como uma imagem poética no contexto criativo do seu autor. Mais do que isso: imagine e relacione com o trabalho que estamos a elaborar, ou seja, a teoria tridimensional do silêncio. Acompanhe os tópicos a seguir expostos:
01
A potência do silêncio ainda não foi investigada de forma ampla e correta pela academia; O professor fala muito, enquanto o aluno, passivo, escuta. Levanta o braço, segue o ritual acadêmico e a depender do circuito das predileções dos doutos, ignorado permanece sem direito a voz. A Burocracia estatal e as suas rotinas racionalmente desenvolvidas a exaustão, impedindo a criação do novo e da novidade criam um contexto de perecimento da academia nos moldes e modelos como a conhecemos atualmente. Para aprofundar este tópico seria necessário avaliar o paradoxo observado no Estado moderno entre a burocracia e a democracia, conforme ensina Max Weber em diversos momentos da sua obra. Não o faremos por se tratar apenas da exposição rápida de um tópico que será retomado posteriormente.
02
A filosofia de Bachelard necessita de voz. A filosofia de Bachelard necessita de vez e de voz. Acreditamos que a filosofia de Bachelard necessita ser lida na relação com o teatro (simbolista) de Maeterlinck. A fim de entender o contexto completo do nosso trabalho (onde as janelas de ar são gênero da espécie Silêncio. Genêro único, pois em tese as janelas são todas iguais). O caráter universal da “Teoria Tridimensional do Silêncio” deve ser acessado por meio do trabalho do professor Laércio da Fonseca dentro do “Projeto Terra”. O Estado de Direito organiza a balbúrdia e garante os direitos autorais deste pequeno compêndio, pois diante de tal sorte, somente vai entender o “resumo da ópera” aquele que seguir o seguinte roteiro: Reforma protestante, a ética protestante e o espírito do capitalismo, desencantamento do mundo, burocracia estatal e racionalismo científico na relação com a filosofia e com a arte.
03
Omnes Omnia Omnino
Comenius e a sua “Didática Magna” propunham ensinar tudo a todos. Comenius afirmava que a educação deve ser universal, inclusiva e acessível a todos, com o objetivo de formar o ser humano para a vida terrena e a salvação, através de um ensino metódico que parte do simples para o complexo, valoriza a experiência, a natureza e a compreensão profunda, visando o aperfeiçoamento integral do indivíduo, do conhecimento e da sociedade. Comenius é conhecido como o "Pai da Didática Moderna" por sua visão de uma educação reformada, sistemática e humanista, que torna o conhecimento acessível e forma cidadãos completos para o mundo
A teoria tridimensional do silêncio possui, ao fim e ao cabo, mais dimensões que as descritas. Para fins (estritamente) didáticos, propomos trabalhar as três dimensões visíveis. Na medida do necessário, poderemos voltar ao termo, com vistas ao aprofundamento do debate, apresentando as dimensões não reveladas. A depender das liberdades individuais e da estabilidade do regime democrático, bem como das nossas próprias condições físicas e mentais.
Vejam: “Como explicar a Lei Rouanet para quem não internalizou a Lei Áurea”. Wagner Moura, 2024. Ou seja, como avançar sobre a aridez de um deserto onde a desfaçatez virou regra, a ambição campeia solta e a qualidade dos trabalhos respondem apenas ao produtivismo científico, digna lógica capitalista cooptada pela academia. Corremos o risco deste livro ser queimado (deletado) em praça Pública (digital), com emissão de notal oficial, declarando os autores “persona non grata” nos quatro campi (...) I. A. de todo o mundo, uni-vos!
Há um espaço muito exíguo de manobra para a criação livre e os cortes no orçamento vão continuar. Verdade que já deveriam ter sido mais severos em várias rubricas. O que segurou o peso da tesoura foi o fato do presidente ser muito sensível e defensor da área da educação pública. Mas a roda não para e a bancada B. B. B. não vai desistir de novas investidas sobre a educação pública, afinal de contas o agro é pop e o imperialismo ressurge das cinzas com uma fome incrível por pecúnia (aqui e acolá). O que fazer, se não silenciar laboriosamente, criando os meios necessários para a vitória final!?
Findo os tópicos, passamos para uma tentativa de desenvolver melhor algumas ideias iniciais expostas até o presente momento textual.
=== ==== ====
Breve Desenvolvimento:
“A Poesia Residual é fonética e é gráfica. Surge no movimento pendular (da vontade) que ocorre a partir do centro (silêncio)”.
Jacomini
01
A potência do silêncio ainda não foi investigada de forma ampla, correta e efetiva pela academia. Não há espaço regimental para desenvolver o engenho dentro da burocracia estatal, tão pouco interesse intelectual e disposição de vontade para elaborar o termo. É o tipo de especialização que não é bem vindo pelo administrador do sistema.
No sistema formal de ensino há um equívoco monumental: O Silêncio não cria nada, não produz ciência e não oportuniza desenvolvimento científico, conforme os ditames oficiais.
Ao nosso crivo, esta é uma análise estreita e equivocada, de viés desenvolvimentista e evolucionista, pois foca apenas numa espécie de produtivismo de caráter quantitativo. A lógica capitalista está dominando o mundo acadêmico, portanto eles estão corretos, pois operam dentro do sistema ao qual devem obediência (formal e material).
O tipo de estudo que estamos a desenvolver só pode ser realizado aqui, extra-muros institucionais e sem financiamento público e ou privado.
02
A filosofia de Bachelard necessita ser lida na relação com o teatro de Maeterlinck
Bachelard segue sendo corrompido pela pedagogia tradicional que está comprometida com o processo de privatização da educação pública brasileira. Dentro da academia tradicional, Bachelard é visto apenas como mais um autor a ser trabalhado no programa de ensino X previsto para ser desenvolvido no semestre Y.
O que é dito ali? Bachelard é apresentado como um epistemólogo (ou fenomenólogo) e o estudante responde: Sim senhor! Sim senhora! (quero ir embora)
Enquanto o foco for a formação acadêmica que visa o preparo do jovem apenas para o mercado de trabalho, não se cria nada de novo.
A academia tradicional é uma espécie de “Instituição Total” (GOFFMAN, 1982). A “Classe Dirigente” (GOFFMAN, 1982) cobra disciplina e obediência do aluno e não abre mão da dinâmica da hierarquia (muito semelhante aos militares convivendo dentro de um quartel).
Ninguém cria nada com medo do superior hierárquico. Ninguém cria nada dentro do sistema de ensino desenvolvimentista. A obediência cega e restrita é muito comum em mosteiros, conventos e outras instituições totais. O ensino superior adotou este sistema que está vigente desde a santa inquisição até os dias atuais. Os trabalhos acadêmicos criados neste contexto de total inexistência de liberdade criativa são limitados, toscos e de viés esquizofrênico. Dito de outra forma, o trabalho de conclusão de curso tradicional tendem a ser cópia da cópia, que foi também ao seu tempo cópia da cópia (salvo raras exceções). Enfim, A filosofia de Bachelard necessita ser lida na relação com o teatro de Maeterlinck e para tanto o estudante necessita de liberdade para criar a sua própria jornada universitária.
03
A teoria tridimensional do silêncio possui, ao fim e ao cabo, mais dimensões que as descritas.
A fim de facilitar o entendimento, a luz de outros especialistas, criamos a denominação “Teoria tridimensional do silêncio”, quando a mesma possui mais de três dimensões. Avalie o engenho como um recurso didático necessário (Ou tipo ideal a la Weber).
Na medida em que você avançar no entendimento da questão, vai verificar que estamos a construir engenho inédito, bem estruturado e necessário para os que buscam mais do que diplomas universitários.
O que pedimos no presente momento é paciência e confiança, pois havermos de entregar aquilo que está contido no embrião. Não foi fácil construir a T. T. S. e ela está totalmente pronta.
Para todos aqueles que não tem interesse em filosofia e literatura, muito obrigado por acompanhar até aqui. Pode desembarcar sem medo. Voltaremos a nos encontrar em outras oportunidades. Abraço.
A Teoria do Delito
A Teoria do Delito não é exclusividade do Direito Penal e do Direito Processual Penal.
A decisão de abrir uma página para versar sobre a "Economia Cultural" ocorre diante das tamanhas inverdades que são reproduzidas pelos doutos acerca do weberianismo. Há necessidade urgente de retomar o estudo da matéria e oferecer um plano alternativo de análise e investigação social com acuidade, honestidade e independência.
Basta de reprimir o penal, quando surgir a necessidade não vamos nos furtar de entrar na lide. Não é possível assistir a esta guerra de notas oficiais silente. O Poder Judicial se manifesta sempre que provocado. Caso contrário, mantem-se inerte esta é a regra. Detalhe: a jurisdição é maior do que o trnseunte apressado percebe. Ou melhor, o cidadão médio, tão sequer sabe do que se trata, quando mencionado o termo (a expressão): jurisdição. Infelizmente. E os narcos?
Abri esta página para declarar: Estou assistindo pela enésima vez a série - narcos - e é tão bom. Sem entrar no mérito da "política nacional de drogas (ou anti drogas)", devo dizer que trata-se de um recurso didático incrível para quem leciona na área. Qual área? (risos, são tantas que se encaixam).
Veja!
Entrando na "Cidade de Santa Isabel", há a opção de cortar caminho em direção de quem vai para a Avenida Protásio Alves. Você desce (olhando o Morro Santana a sua esquerda), passa pelo beco da Corsan e entra na primeira via pavimentada a direita (noventa por cento das nossas vias terrestres não são pavimentadas). Sobe, sobe, sobe antes de avistar a sua direita a Escola Estadual de Ensino Fundamental Walt Disney, olhando para a sua esquerda, na frente de uma residência de trabalhadores não especializados avista-se uma ampla faixa com a informação estampada: "Parabéns, fulana. Você merece. Valeu o esforço. Políticas Públicas. UFRGS. 2026" (ou algo do tipo, pois isto não é uma fotografia é um texto).
Juro de pé junto, ao ler a faixa, a minha cognição ficou afetada. Tipo: a minha mente parou. Vi passar um filme. Qualquer coisa deste tipo, pois são apenas expressões vulgares para lhe convencer de que fui remetido para a minha juventude: estudante periférico de classe popular que conquista uma oportunidade impar (estudar na federal). Claro que o roteiro você já conhece e não é necessário tergiversar sobre todo o enredo deste fado. Foi o que ocorreu: fiquei afetado.
Narcos
Wagner Moura
A direita pira.
Esse país é muito grande e ainda há muita criança fora da escola. O que você acha de dar uma meia volta (regressiva) na torneira que abastece com pecúnia os pseudo-pesquisadores das federais e as sua bolsas de estudos indecentes?
Voltando aos narcos. A política anti drogas brasileira ganha nova face com o debate acerca do que os especialistas tem chamado de narco terrorismo. Sim! Porque os debates nascem na academia, antes de tomar corpo no parlamento. A legislação que nasce no parlamento (as vezes mal parida) rega o sistema de justiça criminal. Tá entendendo?! Por que falei no início que tudo acaba no penal e que não iria fazer vistas grossas sobre a matéria.
Tren de Aragua (Comboio de Aragua, TDA) foi objeto de matéria jornalística brasileira. A Rede Globo afirmou no programa televisivo f@ntastic que eles possuem relação com a organização criminosa brasileira X, enquanto outro site dá notícia que a TDA está presente no Brasil de maneira associada ao grupo criminoso Y. Os E.U.A. , através do "Direito Penal do Inimigo Internacional" está a caçar os TDA originais e seus "prepostos". Vamos voltar para o nosso recurso didático.
A Série Narcos é um excelente recurso didático para trabalhar sobre a violência urbana, quando associada ao crime organizado. Wagner Moura é um artista muito habilidoso e está excelente no papel do Pablo Escobar. Não é correto afirmar que o crime organizado representa uma espécie de "Estado Paralelo", pois não detém o monopólio da violência legitima assim como o próprio Estado de Direito.
A utilidade dos manuais é matéria recorrente no nosso sítio. Blog, site, livro digital. Não importa como você queira denominar estas páginas esparsas que reunidas compõe "O Mapa do Tesouro" .
Eu sei que você dispõe de pouco tempo para permanecer aqui conosco e deseja voltar logo para a rede social. Voce está sendo consumido por ela. Voce já não é mais a mesma pessoa. Olha para o teu passado e observa. Voce vivia muito bem sem este convívio digital, mas agora está dependente da rede. O que fazer?
Aqui neste espaço você vai ter uma relação diferenciada com os clássicos. Weber, por exemplo, aclamado como sociólogo, efetivamente era um jurista. O seu interesse pela matéria era tão profundo que passa a estudar história. Dentro dos estudos de história (das nações), ele se dedica para a história econômica mundial e não para mais de aprofundar o seu vasto conhecimento. Ele era, sem sombra de dúvida, uma pessoa especial.
A dinâmica social das sociedades modernas contemporâneas capitalistas é muito complexa. Os manuais auxiliam as pessoas que não são especiais a entender a complexidade de determinadas matérias e contextos. As pessoas não especiais, oriundas das sociedades conemporaneas capitalistas, via de regra, acusam as pessoas especiais de autoria de crimes que não cometeram. Toda o indivíduo que se destaca em meio a manada é acusado de transgressões, delitos e crimes que não deveria responder pela autoria, pois é inocente. A sequencia desta ópera desagua no penal. Portanto não vamos avançar.
A ética protestante e o espírito do capitalismo é um manual. Manual do que? Manual da sociedade capitalista. Esse é o ponto. Apenas, ainda mais um detalhe. Não são todos os transeuntes que conseguem ler com acuidade a obra. Aqueles que não entendem vão mandar voce ler "Economia e Sociedade". Aqueles que enenderam vão relacionar Weber com outros autores importantes como Foucault, Maeterlinck e Érico Veríssiomo.
Érico Veríssimo?
Sim!
Érico Veríssimo na obra"Gato Preto em campo de neve". Viu?! Eu falei! Não adianta colocar diploma de doutor na parede e seguir regando a ignorância acadêmica formal e material. Não vamos desenvolver o termo, pois aqui na Academia Isabelense é diferente do que ocorre ali no vale. E por falar em vale. Você já ouviu falar em Viktor Vasnetsov. O Tapete voador de Vasnetov é excelente para sobrevoar o Vale. Experiência onírica indescritível. As vezes faltam letras e me escapam palavras. Equívocos grafados. Vamos voltar para o Weber na relação com Maeterlinck.
Perdão! Não pretendo me alongar mais do que o necessário. Apenas quero te apresentar Weber como você nunca viu antes. As melenas afetadas pelo banho de mar (ou da piscina) não afetaram a tua cognição, creio eu. Portanto, você não esqueceu que herdou o espectro do estamento que te antecedeu e o que você faz? Talvez eu devesse acionar a tua madrinha e perguntar: O que acontece com a tua afilhada? Ela já visitou Maeterlinck, além dos posts de rede social? Deixa pra lá. O velho Weber segue aguardando a nossa atenção.
01
Há um plano geral (ou quadro de interesse de estudos) comum entre Weber e Maeterlinck: História;
02
Dentro deste plano geral comum aos dois pensadores citados, surgem duas ramificações: História natural e história econômica. Lendo as obras de ambos, vão surgindo temáticas relacionadas a estas áreas do conhecimento. Detalhe, quanto a história natural, ainda há dois ramos especialmente abordados: humano e não humano. Digo isto para voce não confundir o ramo humano com a antropologia acadêmica;
03
Há ainda um pano de fundo (ou cenário) muito importante presente em ambos os eminentes pensadores, facilmente percebido em vários momentos das suas obras literárias: Moral e Ética. Ou seja , filosofia (não vamos entrar no detalhamento, pois teria que ser mais extenso do que o razoável neste pequeno instante literário).
Ademais, tudo o que você encontrar nas obras dos autores em tela que não fazem referência ao ponto 01, ao ponto 02 e ao ponto 03 é "Cena". Concluo com a sentença: A arte dramática é o ponto comum nas obras dos autores Maeterlinck e Weber. De um lado o tribunal e de outro uma sala de teatro. De um lado o constitucionalismo e de outro o teatro simbolista. Você está entendendo (ou quer que eu desenhe)??? Vamos ao fecho.
A utilidade dos manuais é relativa, pois não auxilia quem não é do ramo. Outro sim, entreguei o que prometia no enunciado: Weber como você nunca viu.