domingo, 8 de fevereiro de 2026

Indianidade portoalegrense

 





Prezados

        Passaremos a publicar segmentos da etnografia que realizamos com os povos originários no Estado do Rio Grande do Sul.

        O texto é extenso, razão pela qual vai ser apresentado em "trechos" e devem acompanhar, sempre que possível, as imagens, iconografias e outros elementos não textuais.

        Trata-se de trabalho acadêmico apresentado na Universidade (Com U maiúsculo).

        Estão vedadas, conforme legislação vigente, o emprego comercial do conteúdo aqui publicado.

        A reprodução para fins didáticos e/ou educacionais serão autorizados, mediante a solicitação prévia onde deve constar a autoria do trabalho. 

        Boa Leitura!

        A imagem acima é meramente ilustrativa e vai sendo publicada com o intuito de divulgar o nosso trabalho na plataforma de conteúdos videográficos (You Tube).


Fique agora com um extrato do novo livro sobre a Santa Isabel:


A Isabel



Ronda Um (Tributo)



Primavera 2022



Jacques Jacomini















Ficha Catalográfica elaborada por CESAJO:



Título Original da Obra:



A Isabel - Ronda Um (Tributo)



Autor: Jacques Jacomini



Co-autor: Berenice Jacomini



Viamão, 11 de novembro de 2021.



Imagens de Jacques Jacomini.



Todos os direitos autorais da obra estão reservados aos autores.



Proibida a reprodução do original por qualquer meio reprográfico sem a prévia autorização dos detentores de direito autoral. Reservados os direitos dos textos, imagens, expressões idiomática autorais e demais peças criativas da presente obra literária, conforme legislação vigente.  



















Prefácio







A obra que vai ser exposta nesta tela surge da necessidade existencial (nossa) de manter o diálogo convosco. Diálogo este iniciado no século passado, quando da publicação do compêndio denominado: "Os Primórdios da História da Santa Isabel" (AAPC - CESAJO).



Aquelas "notícias" levadas ao conhecimento do isabelense atento, ainda hoje segue sendo e fluindo como esforço uno e irretratável de algo/alguém igualmente especial, onde é possível perceber que sujeito e objeto apresentam-se amalgamados (a revelia dos ensinamentos kantianos clássicos).



A crença (e consciência) de que somos cidadãos de uma cidade sem autonomia político-administrativa vai ficando cada vez mais forte e regular, pois se acumulam os elementos de prova (materiais e imateriais) colhidos ao londo do processo de estudo, pesquisa e análise do "objeto".



A Cidade de Santa Isabel é uma realidade tangível e palpável. Vejam, por exemplo, a presença do Arizinho (Ari Rodrigues) na RBS TV, programa "Jornal do Almoço". Isabelense nato  com grande talento para as artes que cunhou aquele refrão muito conhecido entre os nossos iguais: "Hey de ver a Lua brilhar, iluminar o nosso pavilhão, de mãos dadas vamos cantar, sou da Vila faz tempo e ninguém vai nos separar".



A presença deste artista no principal meio de comunicação social do Estado do Rio Grande do Sul (onde já esteve em outras oportunidades), de grande visibilidade e prestígio na imprensa regional e nacional, posteriormente retransmitida por diversos meios de comunicação digitais independentes (rede social, you tube, etc), demonstra o que temos afirmado desde o século passado: A Isabel possui vida própria, possui história singular, dinâmica citadina e urbanidade digna de nota. A Isabel está presente aqui e acolá, demonstrando a sua pujança e riqueza, seja ela na área da cultural, da economia. Enfim, vivemos na Cidade de Santa Isabel. Isto é um fato inegável.



A presente obra vai escrita para quem compartilha conosco desta realidade, mas também para aqueles que ainda não despertaram para a nossa tese de observador atento que vive e estuda a região. A Cidade vai sendo delineada ali nos canteiros centrais da Avenida Liberdade, no troco de papel moeda surrado na mão do quitandeiro da esquina da Liberdade com a Barão do Belém, no passar do transeunte não nominado que cruza a Rua Nova com a Rua Triângulo. No fluxo intenso de veículos automotores na Lisboa, Walter Jobim e Medianeira.  As feições, as cores, os odores deste locus mais do que especial são a nossa tinta na pintura a ser apresentada no miolo deste trabalho. Acompanhe e boa leitura!









ISABEL







A Isabel, assim como a nossa própria vida, é redonda!



O que nos traz até aqui é tão somente a necessidade de registrar o tempo e o espaço vivido, quando da experiência de ter a oportunidade de participar e contribuir com o processo de construção da nossa cidade.



A nossa cidade é o melhor lugar do mundo para ser e para estar no presente momento. Afirmativa que vai desprovida de qualquer sentimento de desdém ou desprezo para com as demais cidades entre aquelas que vivemos ou poderíamos ter vivido por um período ou parcela de tempo.



A "Ronda Um" nada mais é do que um movimento racional sobre sentimentos, sensações e percepções acerca do Ser e do Estar em Isabel. Do (e da ) percepção pessoal de um arranjo rítmico (ritmo, ritmanálise, Bachelard) que se altera e se apresenta por hora rumo a um processo de extinção.

















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